A Câmara dos Deputados concluiu a votação em segundo turno da proposta da Reforma da Previdência na noite desta quarta-feira (07), texto agora vai ao Senado. Proposta é defendida como uma das principais formas de recuperar contas públicas.
Na sessão, que durou mais de nove horas, os deputados rejeitaram oito destaques, proposições que tinham o objetivo de retirar pontos do texto-base, aprovado na última madrugada.
Agora aprovada, a reforma da Previdência será encaminhada ao Senado para análise. Confira quais destaques foram rejeitados e poderiam ter alterado o texto do projeto.
- Cálculo da média dos salários
Apresentada pelo PT, queriam contar como contribuição pagamento inferior ao mínimo exigido. O placar foi de 364 a 130.
- Pensão por morte
Apresentada pelo do PC do B, queriam que a pensão por morte fosse inferior a um salário mínimo para todos os casos. Placar foi de 339 a 153.
- Benefício para idosos carentes (BPC)
Proposta do PT, objetivo era tirar da reforma parte que restringe o acesso ao BPC. Placar foi de 346 a 146.
- Abono salarial
Proposta do PSOL, queriam retirar o trecho da reforma que restringe o acesso ao abono salarial PIS/Pasep. Placar foi de 345 a 139.
- Pedágio de regras de transição para aposentadoria
Proposta do Novo, objetivo era mudar as regras de transição para servidores público federais, professores e segurados do INSS. Placar foi de 394 a 9, com uma abstenção.
- Transição
Proposta do PDT, queriam o fim da exigência de pedágio 100% do tempo de contribuição que falta para aposentadoria do trabalhador. Placar foi de 352 a 136.
- Servidores expostos a agentes prejudiciais à saúde
Proposta do PSB, objetivo era nudar as regras de transição para aposentadoria especial de trabalhadores expostos a agentes nocivos. Placar foi de 347 a 137.
- Cálculo do benefício
Proposta do PT, queriam mudar as novas regras de cálculo do valor da aposentadoria. Placar foi de 352 a 135.
Folhapress