O coronelismo se impõe dentro da Assembleia Legislativa do Maranhão com o quero, posso e mando

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O deputado Humberto Coutinho, presidente da Assembleia Legislativa do Estado só acrescenta a sua voracidade de ganhar pela opressão

As práticas de nepotismo, corrupção, contratação de funcionários fantasmas e falta de transparência continuam sendo praticadas na Assembleia Legislativa do Maranhão, desafiando não só a sociedade, mas os poderes constituídos, contando para tanto com a integral submissão dos deputados sob a imposição do coronelismo.

O Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Estado publica na sua edição de hoje (14 de setembro), a “promoção” de Mizzi Gomes Gedeon, filha do Desembargador do Tribunal de Justiça (TJ-MA), Jamil Gedeon. Ela foi exonerada do cargo de Assessora Parlamentar para, em seguida, ser nomeada Subprocuradora Legislativa, cargo com maior remuneração, que só poderia ser ocupado por servidor efetivo e totalmente indiferente para o deputado Humberto Coutinho, presidente do Poder Legislativo.

Vale ressaltar que na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, não existe um procurador ou subprocurador concursado, ao contrário das Assembleias de outros Estados da Federação, que cumprem a lei, como a de Recife e a de Mato Grosso.

No Tocantins, por exemplo, a Assembleia Legislativa acaba de autorizar concurso público com vaga para procurador, cujo salário inicial é de R$ 7,7 mil e de R$ 35,3 mil ao final da carreira.

Enquanto isso, na Assembleia Legislativa do Maranhão persistem as práticas da velha política do coronelismo do quero, posso e mando, inclusive bem acentuado com perseguições contra os que lutam pela moralidade no poder público e por salários dignos., com o comando da eminência parda Carlos Alberto Ferreira.

Lamentavelmente, impera no Poder Legislativo Estadual a máxima do “aos amigos, os favores (como o reajuste de 34,5% aos comissionados) e aos ‘inimigos’, os rigores (nem 5% de reajuste)”.

Diante disso, o Sindsalem só tem a lamentar a atitude dos deputados maranhenses, inclusive a dos candidatos a prefeito, Eduardo Braide e Wellington do Curso, Roberto Costa e outros que disputam prefeituras e defendem candidaturas, que nos palanques pregam democracia, direitos, dignidade, transparência, luta e respeito aos servidores públicos e dentro do parlamento não passam de submissos ao coronelismo, na contramão do clamor popular por uma nova política – baixam a cabeça e aceitam tudo de ilegal que há na Casa do Povo, mas dizem dentro do parlamento, que sempre há um melzinho na chupeta como compensação.

Fonte – Sindsalem

 

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