Nilson Amorim, além de jornalista e professor universitário era um digno ser humano

     aldir

As surpresas que a vida nos reserva no cotidiano, muitas vezes nos causa profunda tristeza e até uma grande dor nas ilimitadas reservas do espírito do coração. Foi com um profundo pesar que recebi a informação do passamento do jornalista e professor Nilson Amorim. Todas as vezes em que nos encontrávamos, sempre conversarmos sobre aspectos inerentes ao jornalismo e falávamos sobre o considerável número de profissionais competentes, que saem das faculdades e infelizmente não encontram espaços no mercado de trabalho, mas que a maioria luta em busca de oportunidades. Aspectos inerentes à conjuntura politica local e nacional faziam parte do contexto dos nossos encontros.

      Conheci Nilson Amorim na década de 70, quando ele ainda estudante do curso de comunicação da Universidade Federal do Maranhão. Ele procurou Mauro Bezerra, então diretor de jornalismo da Rádio e TV Difusora e pediu a ele para fazer um estágio na emissora. Com poucos dias, ele já estava integrado pela manhã com Gojoba e Luís Carlos Maranhão e o próprio Mauro Bezerra e à tarde interagia comigo, Edy Garcia, Eugenio Ribeiro e Clodomir Lima, além dos apresentadores Fernando Sousa, Rayol Filho, Florisvaldo Sousa e outros colegas. Ao concluir o curso de jornalismo teve convite para continuar trabalhando, mas não aceitou por ter optado por outra empresa e a necessidade de se dedicar mais aos estudos em busca da sua aspiração em ser professor.

       Lamentável e muito triste o passamento de Nilson Amorim, e registro que se tratava de um grande ser humano pela sensibilidade com o tratamento com as pessoas, a visão critica do contexto social e as inquietações naturais que tinha dentro do contexto da profissão. Além de registrar a minha solidariedade aos seus familiares, auguro ao Deus Pai, que na sua plena misericórdia, o receba no Reino da Glória.

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