Iate Clube indiferente a uma decisão judicial não faz isolamento acústico para as suas festas

O Iate Clube de São Luís foi palco ontem, dia 31, de um grande Réveillon, que, segundo frequentadores do evento, teve o comparecimento de milhares de pessoas. A previsão era de 10 mil pessoas, de acordo com informação divulgada por um canal de televisão. A festa durou aproximadamente 10 horas e teve pelo menos 15 grandes atrações, 02 grandes palcos e 05 ambientes.

Os presentes começaram a deixar o local a partir de 7 h. da manhã, depois de uma noite de muita alegria para eles e para os promotores do evento. Estes foram pra casa parcialmente cansados, mas com os bolsos cheios de dinheiro.

Os moradores daquela área majoritariamente residencial ficaram com o estresse e a noite mal dormida. Acontece que este blog apurou que existe uma liminar da justiça estadual, 14ª Vara Cível, de maio de 2015, em uma ação de moradores de diversos condomínios do entorno do Iate, contra o clube.

A decisão judicial determina que “o IATE CLUBE DE SÃO LUÍS cesse imediatamente as atividades poluentes até que providencie o devido isolamento acústico de suas instalações, de modo que os ruídos emitidos não extrapolem os limites estabelecidos na legislação de regência, sob a pena de incorrer no pagamento de multa no valor de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), por cada evento realizado.” O blog apurou ainda que desde aquele ano, o Iate vem descumprindo a determinação judicial, como fez ontem. Com o ajuntamento de dez mil pessoas, 15 grandes atrações e equipamento sonoro de grande porte, é mesmo impossível cumprir a Lei do Silêncio. Do jeito que as coisas vão na Península, de bairro chique ela ainda vai ser conhecida como bairro brega. Mas não é só no Iate que ocorrem problemas de poluição sonora.

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