O Planalto já concluiu que o general Joaquim Silva e Luna, presidente da Petrobras, tanto quanto seu antecessor, perdeu o controle sobre a corporação na estatal, sobretudo gerentes e superintendentes que agem como se fossem os “donos”, ignorando diretrizes e sobretudo desafiando orientações do acionista majoritário, representado pelo presidente da República. A conclusão é que faltou firmeza ao general para assumir o controle, substituindo esses chefetes por executivos de sua confiança.
Caixa fez diferente
Bolsonaro elogia em conversas reservadas a gestão do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que assumiu de fato o comando do banco. Guimarães trocou uma centena de chefes por funcionários de confiança, incluindo vice-presidentes e superintendentes. A Caixa deu um salto.
Estatal não explora
Ao contrário da Petrobras, que só prioriza lucros cavalares, na Caixa prevalece a redução de juros e o aumento da eficiência. Chefetes da Petrobras agem como “donos”, forçando preços abusivos, mas são muito afáveis com grupos de pressão de acionistas privados.
Coluna do Claudio Humberto