Flavio Dino e as mentiras das 5 milhões de doses de vacinas, da fome e da miséria no Maranhão

O ex-governador Flavio Dino, candidato ao senado federal tem pautado a sua candidatura por mentiras, com o objetivo de mais uma vez tentar enganar a população. Tem alardeado de o Maranhão foi o Estado da federação que melhor desenvolveu ações para o enfrentamento a pandemia sem qualquer comprovação de reconhecimento, bastando a sua palavra, em que procura esconder o escandaloso e vergonhoso caso do desvio de R$ 9 milhões dos recursos federais repassados pelo Governo Federal, que o descredencia a fazer a projeção mentirosa. Ele e o seu secretário Carlos Lula, teriam comprado respiradores de uma empresa de picaretas, em que pagaram adiantado e nunca receberam os aparelhos e muito menos a devolução do dinheiro público. O mais sério e grave foi o governador utilizar uma prática desonesta e abominável sob todos os aspectos.

Foi instalado no Tribunal de Contas do Estado um inquérito para apurar os fatos para adoção das providências e sanções penais aos autores, mas ele nunca prosperou e continua engavetado à espera de um arquivamento e assim beneficiar os infratores, sem que se dê qualquer satisfação pública e de como será feita a prestação de contas dos R$ 9 milhões.

                Tentou comprar vacinas russas

O ex-governador Flavio Dino à época se juntou com vários governadores, os quais criaram o Conselho de Governadores do Nordeste, inicialmente para fazer oposição e tumultuar ações do Governo Federal. Eles tentaram comprar vacinas da Rússia, por sugestão de Flavio Dino, de forte identificação ideológica comunista, em que muitas vezes fez exibições do uso de uma foice e um martelo. Chegaram a dar plena divulgação, mas as vacinas não podiam ser comercializadas em virtude do governo russo ter se negado a testes da vacina pela Organização Mundial de Saúde e posteriormente no Brasil à Anvisa. Outro fato que frustrou os comunistas foi o de que no caso de compra das vacinas, o Consórcio de Governadores do Nordeste não poderia efetuar compra, uma vez que seria pelo Governo do Brasil. À época, o então governador Flavio Dino dizia abertamente que tinha reserva de R$ 50 milhões para compra de vacinas, mas quando tentaram comprar as russas articulavam pedir ao STF, para que o pagamento fosse efetuado pelo Governo Federal.

                Flavio Dino diz que trouxe 5 milhões de doses de vacinas para o Maranhão. Elas vieram do Governo Federal para o povo do Maranhão

O candidato ao senado Flavio Dino é um expert em criar mentiras para enganar a população, mas já descreditado por grande parte da população. Na sua propaganda política, sem um mínimo discernimento, o ex-governador declara abertamente que trouxe 5 milhões de vacinas para o Maranhão, quando os fatos revelam que como governador não comprou nenhuma dose. Todas as vacinas contra a covid-19, que chegaram ao nosso Estado vieram do Governo Federal através do Ministério da Saúde. O vergonhoso é que aqui para a distribuição em todo Maranhão, foi retirada a identificação do SUS e nos isopores foram colocadas faixas vermelhas, identificação do Partido Comunista, de como Flavio Dino tivesse comprado dos correligionários do partidão.

                     Aumentou a extrema pobreza da fome e da miséria e agora prega combate a fome

O candidato ao senado Flavio Dino se tornou um frágil divulgador de fatores sociais, principalmente na questão de enfrentamento a pobreza e criação de empregos, chegando a registrar que o Maranhão foi o Estado que mais criou empregos no Brasil com carteiras assinadas. As mentiras sempre foram totalmente desconstruídas pelo IBGE, através das suas pesquisas. Foi no governo Flavio Dino, antes da pandemia que a fome avançou muito no Maranhão, com a miséria tomando proporções sérias e tornou o Estado mais miserável do país, com mais de 40 municípios na extrema pobreza, em que muitas pessoas morrem pela doença tuberculose causada pela subnutrição. A fome não mata apenas na África, no Maranhão ela cruel com as desigualdades avançadas e que nos remete a muitas reflexões.

Fonte: AFD

 

 

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