Flavio Dino acusa o golpe da união de 11 partidos em favor da reeleição de Roberto Rocha

O ex-governador Flavio Dino, ainda no exercício do mandato, defendeu abertamente que queria ser o candidato único ao senado federal, mas esqueceu que para aglutinar forças se torna necessário amplos debates e negociação de interesses políticos partidários, questões bem distantes do ex-governador, que se habituou a impor as próprias regras para os aliados e desconhecer totalmente os adversários, inclusive sem sinalizações para entendimentos futuros. Outro fator, que sempre foi objeto de queixas e críticas, residem em que Flavio Dino, não tem fidelidade para honrar compromissos. A foto acima é uma demonstração de que o seu bloco não é influenciador como tentam mostrar.

O anúncio de que o senador Roberto Rocha decidiu concorrer à reeleição com o forte apoio de 11 partidos políticos e um acordo em que pelo menos 03 prováveis candidatos a governador teriam feito acordo para a união em um segundo turno e outras forças políticas se integrando ao grande acordo, causou enorme preocupação a base do ex-governador e mais precisamente ao governador Carlos Brandão, que vem encontrando dificuldades para botar o seu bloco na rua com a necessária visibilidade e com sérios problemas para mobilizar a máquina administrativa.

A verdade é que Flavio Dino, acusou o golpe e já anuncia para os próximos dias, uma mobilização com o Time de Lula, em que pretende transformar as eleições no Maranhão, numa disputa entre Lula e Bolsonaro. A tentativa não é de agora e nunca se sustentou, mesmo quando o ex-governador com críticas, insultos diários e até negando que o Governo Federal não fazia repasses para o Governo do Estado, não surtiram os efeitos almejados.

O sonho do ex-governador era fazer parte da equipe de decisões do ex-presidente Lula, mas não tem conseguido. Nas vezes em que tentou foi barrado pelo grupo de petistas que blindam o ex-presidente, principalmente que Flavio Dino não tem expressão política nacional que possa influenciar eleitores. Com a falta de articulação na própria candidatura ao senado e do seu sucessor ao Governo do Maranhão, o ex-governador vai ter que mudar a sua postura política, que não é mais mandatário do Palácio dos Leões, além de que não pode continuar atrapalhando a administração de Carlos Brandão, que sem dúvidas é o caminho para se fortalecer para a disputa eleitoral, uma vez que a sua liderança está em fase decrescente.

Fonte: AFD    

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