Feirante denunciou na Câmara Municipal que servidores da SEMAPA vendem boxes do mercado da Liberdade

                  aldir

 Durante audiência pública de iniciativa do vereador Cézar Bombeiro para um amplo debate sobre as realidades das feiras e mercados de São Luís, o feirante Orlando Egídio Silva, do mercado da Liberdade, ao ocupar a tribuna para registrar os inúmeros problemas do local em que trabalha há vários anos, além de apresentar sugestões para diminuir custos operacionais e redução do consumo de energia, também fez denúncias.

                    Orlando Egídio fez um apelo para os problemas de ordem sanitária em que alimentos e doenças estão cada vez mais próximos.  No mercado as pessoas podem confundir ratos com cotias e se demorar mais, a comparação pode ser com capivaras, diante do elevado número de ratos que proliferam no local e que entram nos açougues. O feirante relatou que são inúmeros casos de pessoas que abandonam animais nas imediações do mercado, muitos dos quais com ninhadas. Há uma necessidade urgente de ações da Vigilância Sanitária do Serviço de Zoonoses, antes que muitas doenças possam proliferar a atacar as pessoas, que vão comprar alimentos e podem também levar doenças para as suas casas, afirmou Orlando Egídio.

                     Ele pediu a atenção dos presentes para uma grave denuncia que iria fazer, deixando bem claro que pode até sofrer represálias, mas por um dever de seriedade e até para chamar a atenção das autoridades, acusou servidores da SEMAPA, de estarem vendendo boxes do mercado da Liberdade, com propostas de até R$ 15 mil. Tenho provas das ofertas, mas quanto a concretização de negócios não tenho maiores detalhes, muito embora existam comentários de negócios fechados para transferências posteriores.

                    O feirante diz que, o mercado da Liberdade, tem tudo para ser referência, não apenas aos bairros e comunidades da área, mas principalmente do centro de São Luís, pela proximidade e o importante abastecimento com produtos diversos, entre os quais carnes e pescados diversos, verduras, frutas, hortaliças e variedades de mercearia. Se tivéssemos um serviço de limpeza eficiente, uma ação constante da vigilância sanitária, regularização de estacionamento, todos ganhariam e muito mais a população que se tornaria como o maior veículo de divulgação do mercado da Liberdade. Solução há, basta boa vontade e compromisso do poder público com a população, afirmou Orlando Egídio.

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