Fuga dos detentos aconteceu na tarde dessa quinta-feira (5) na unidade prisional da cidade de Davinópolis. Polícia Militar realiza buscas para tentar prender os bandidos
Quatro detentos fugiram na tarde dessa quinta-feira (5) da unidade prisional da cidade de Davinópolis, a 663 km de São Luís. Os presos foram identificados como Lucas Paulo, Leonardo Rodrigues, Paulo Barbosa e Josué Bezerra.
Os presos estavam trabalhando na fabricação de blocos e usaram as ferramentas de trabalho para quebrar o muro da unidade prisional e fugir. Após a fuga, eles invadiram uma casa, onde trocaram de roupa e em seguida roubaram uma motocicleta.
De acordo com a polícia, a motocicleta utilizada pelos detentos foi abandonada no bairro Vila JK, situado na cidade de Imperatriz, a 626 km da capital.
As fugas em unidades do Sistema Penitenciário do Maranhão tornaram-se rotina, principalmente de presos que são colocados para a fabricação de blocos, que se tornou um dos grandes negócios do secretário Murilo Andrade, que se tornou um dos grandes fornecedores para instituições públicas e privadas.
Geralmente os presos trabalham em regime de escravidão, sendo explorados para cumprir meta diária de produção, sendo colocados em locais em que não há vigilância e muitas facilidades. Eles acabam fugindo não apenas pelas facilidades, mas pela situação em que são colocados análoga à escravidão. Existem inúmeras denúncias, principalmente da prática exacerbada na Penitenciária de Timon, onde inclusive já houve fuga, mas como o Ministério Público e o Tribunal de Justiça e a própria representação do CNJ no Maranhão, se omitem a exploração humana de presos, a produção de blocos de cimento aumenta e se transforma no grande negócio do protegido secretário Murilo Andrade e que pode com absoluta certeza causar sérios problemas para o governador Carlos Brandão.
Fontes: G1 e AFD
Oque se sabe é que os presos trabalham sem equipamentos de proteção individual e sem medicamentos quando se machucam!
Na penitenciária Regional de Timom o diretor retirou dois FACCIONADOS pra trabalhar fora e os dois acharam um caminhão com a chave no contato, derrubaram o portão e muito obrigado!
Esse diretor de Timom William Nunes Leite Fikho já tocou o terror aqui em Codó. Arrogante, mal educado!
Foram duas fulgas com dois presos em cada fuga em menos de uma semana na penitenciária Regional de Timon! Revoltante que o Ministério Público da as costas e não investiga essas fulgas! Os servidores pedem ajuda mas não adianta! Maranhão, terra sem lei!
Parabéns Aldir Dantas! O senhor realmente é o único que informa a população das barbaridades que acontecem nessa SEAP!
FORA, MURILO MALDADE!
Aldir! Gostaríamos que o senhor fizesse uma reportagem sobre as presas estupradas dentro da penitenciária no interior!
Isso é uma verdadeira covardia! Um absurdo!
Esse diretor da Regional de Timon William Nunes Leite Filho está tocando o terror na penitenciária juntamente com seus capatazes, um verdadeiro lixo!
Essa história dos presos acharem um caminhão e fugir com certeza houve facilitação!
Anteriormente o diretor da cadete respondeu e foi exonerado!
Porque não investigar esse ditador William Nunes de Timon?
Não tem ninguém pra mover o ministério público?
Não se pode aceitar tanta sacanagem!