A construção iniciada no governo Sarney, teve retorno das obras no Governo Bolsonaro (PL), com o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas (Republicanos), hoje, governador de São Paulo, foi terminada para alívio do agronegócio. Essa obra é tão antiga que iniciou ainda no Governo do ex-presidente José Sarney, passou por FHC, Lula, Dilma e foi parar no colo de Jair Bolsonaro.
À princípio, ela teria extensão de 4,1 mil quilômetros, e cortaria o Brasil de Norte a Sul. Mas, acabou ficando em 2,2 mil quilômetros, metade do planejado porque os recursos investidos já haviam sido tanto desviados – aproximadamente – R$ 15 bi – que o governo anterior preferiu encerrar a proposta saindo de Açailândia, no Maranhão, até Estrela d’Oeste, em São Paulo.
O nome correto da ferrovia deveria ser Nordeste-Sudeste, já que o Maranhão não fica no Norte do Brasil e nem tampouco a ferrovia conseguiu chegar à região mais fria do Brasil, o Sul.
Problemas técnicos à parte, o importante é que ela está pronta e que poderá reduzir em até 40% os custos com frete. Um alívio para o produtor, cujas despesas de produção e investimento em ciência e tecnologia são altíssimas, e pra piorar o cenário: ainda foi obrigado a se equilibrar com o anúncio do retorno de vários impostos e o aumento do combustível em 22%.
Jornal do Agro Online