O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, ocupou espaço em vários veículos de comunicação para anunciar uma espécie de revolução que estava fazendo na educação infantil em nossa capital, destacando reformas de escolas, compra de materiais modernos, professores treinados e outras condições de direitos às crianças da capital. Paralelamente, o dirigente municipal divulgou um vídeo em que uma criança foi usada mostrando uma escola moderna como referência do Sistema de Educação do Município, como se isso não fosse obrigação do poder público, com a aplicação de recursos destinados à educação, inclusive de forma transparente
Imediatamente, apareceram inúmeras denúncias de escolas abandonadas sem as mínimas condições para funcionamento. A TV Mirante, utilizou a mesma metodologia da prefeitura de São Luís para a divulgação e oportunizou a várias crianças mostrarem que o prefeito faltava com a verdade e a realidade de uma unidade na comunidade Pedrinhas, era bem diferente da escola maquiada para enganar a população, mostrada na televisão.
Mais de 1.500 crianças sem escolas e o Ministério Público interpela a prefeitura
Muitos pais e mães enfrentam humilhações quando procuram a Semed em busca de matrículas para os seus filhos e são orientadas e se dirigem a uma unidade com a informação de que o problema será solucionado. Quando elas pensam que tudo será resolvido, são mandadas para outros locais, ou são informadas que não existem vagas. Centenas de pais recorreram aos Conselhos Tutelares depois dos engodos e a questão chegou a Promotoria Especializada da Educação do Ministério Público Estadual.
O promotor Lindonjonson Gonçalves vem adotando medidas em favor das crianças e registrou que a Prefeitura de São Luís tem recursos suficientes para atender as demandas de todas as crianças que desejem estudar, depois de fazer levantamentos, inclusive até da arrecadação e do percentual que obrigatoriamente deve ser aplicado na educação. O promotor titular da educação garante que caso a prefeitura de São Luís não atenda as necessidades sobre os direitos das crianças a uma educação com um mínimo de qualidade, deverá recorrer à justiça com ações para que a lei seja cumprida, como já fez em outras oportunidades.
A questão de vagas em escolas municipais é muito séria, uma vez que a oferta de matrículas sempre foi inferior a procura e mais de 1.500 crianças correm o risco de ficarem sem escola. Como questão política e tentativa de impressionar a população, inúmeros artifícios são criados, que felizmente são derrubados diante da realidade dos fatos. Mesmo com o apoio dos Conselhos Tutelares e do Ministério Público, pais e mães de crianças ameaçam fazer movimentos de protestos na cidade para denunciar o desrespeito aos direitos das crianças a educação infantil pela prefeitura de São Luís.
Fonte: AFD
O problema n tá só por aí, tem escolas de tempo integral no turu (creche Salomão) quem n funciona no tempo adequado. visto q a entrada da creche é as 8 e os pais pegam as 10:30. q falta de respeito c as crianças e TB c os pais.