Com tantos desrespeitos autoridades levam a população a perda da paciência no transporte coletivo

A cidade de São Luís já enfrenta há mais um mês a greve dos transportes coletivos, manobra vergonhosa e conhecida entre empresários e dirigente do sindicato dos rodoviários, que levam a categoria como massa de manobra. Não existe conflito entre eles, o que está dentro do contexto é mais aumento para as tarifas e sobrecarregar a população. Por outro lado, as audiências entre as duas categorias realizadas pelo Ministério Público e Justiça do Trabalho nunca ocorre acordo e são sucessivamente marcadas outras e nada acontece e não há um posicionamento da Justiça do Trabalho em acabar com a verdadeira bandalheira      praticadas por eles. Na última sexta-feira a Justiça do Trabalho deu um prazo de mais 10 dias para eles se entenderem, mas nenhum deles manifestou qualquer preocupação.

Rodoviários querem greve geral e Prefeitura responsabilização do Terminal da Cohama

Estão marcadas para esta terça-feira em locais diferentes duas reuniões e no centro das atenções, a questão do transporte coletivo. Na Vara dos Direitos Difusos e Coletivos, estarão frente a frente a Prefeitura de São Luís e o Consórcio Primor e no centro o juiz Douglas Martins. A expectativa é que dela venha uma decisão imediata para a recuperação do Terminal da Cohama. Quanto aos possíveis questionamentos serão apreciados durante a tramitação do processo. O que não pode é ser adiada para uma posterior, o que resultará em mais punição para população que nada tem a ver com o problema, que já está pagando passagem mais cara e têm um serviço da pior qualidade, com riscos de vida todos os dias.

Do outro lado, rodoviários realizam assembleia geral com a proposta de uma nova paralização geral do transporte coletivo, que seria imediatamente, com o mote para o novo acordo coletivo de trabalho, em que eles fazem uma série de exigências e os empresários por outro lado, dizem que para atenderem pretendem mais R$ 0,30 de reajuste na tarifa e mais um subsidio da prefeitura de R$ 4 milhões.

A verdade é que ninguém nesta cidade se mostra com determinação para a acabar com essa esculhambação. Tudo leva a crer na fragilidade da Justiça, do Executivo e do Legislativo Municipal.

O que tem ficado claro e vergonhosamente é que ninguém está preocupado em respeitar e garantir o direito dos cidadãos de ir e vir. Aqueles que recentemente foram eleitos pela massa que está sendo oprimida, demonstram não ter qualquer compromisso e a indiferença é resposta que têm dado ao povo e mais precisamente aos usuários dos transportes coletivos.

Fonte: AFD

 

 

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