Caso das emendas parlamentares vereadores responsabilizam a prefeitura e a existência de armação política

                A grande expectativa de que o presidente Osmar Filho, presidente da Câmara Municipal fosse expressar publicamente o posicionamento do Poder Legislativo Municipal, no caso das emendas parlamentares que estão sob investigação do Gaeco e da Polícia Civil, nos Institutos Renascer e Periferia, não aconteceu em virtude dele, não ter comparecido ao plenário e que chegou a merecer críticas de alguns colegas.

Os vereadores Raimundo Penha e Honorato Fernandes, que fizeram emendas para os dois institutos se posicionaram, colocando a responsabilidade de todos os problemas na Prefeitura de São Luís e mais precisamente na Controladoria Geral do Município, que deveria ter de devida precaução em apurar se os Institutos Renascer e Periferia estavam habilitados de acordo com os princípios emanados da lei para receberem as emendas parlamentares, inclusive sobre a regularização das duas entidades junto ao Ministério Público Estadual. Destacaram que os recursos são repassados pela Secretaria de Governo as entidades indicadas pelos vereadores, depois da sinalização da Controladoria Geral do Município, sem que haja qualquer ingerência de vereador ou da Câmara Municipal.

Os dois vereadores se disseram muito à vontade e não temem qualquer tipo de investigação, uma vez que as ações do Gaeco e da Polícia Civil estão concretadas nos Institutos Renascer e Periferia, além de terem feito esclarecimentos sobre a aplicação de suas emendas. O vereador Francisco Chaguinhas, que devido estar um tanto adoentado, não foi à tribuna, mas fez questão de registrar a sua indignação devido, o seu nome ter circulado de maneira indevida e com imputações desonestas, em algumas divulgações.

                Nos bastidores alguns vereadores registram interesses políticos partidários no caso das emendas parlamentares

                Nos bastidores alguns vereadores não descartam que as operações que estão sendo desenvolvidas pelo Gaeco e Polícia Civil fariam parte de denúncias de interesses políticos partidários, as quais teriam como objetivo maior queimar candidaturas e torna-las inviáveis perante a opinião pública. Há quem acredite que o problema poderá ter desdobramentos maiores, em razão de que existem emendas parlamentares de outras Secretaria Municipais, uma vez que o problema atual é restrito a Secretaria Municipal de Desporto e Lazer e entendem que os problemas maiores estão dentro da Prefeitura de São Luís, que naturalmente vão merecer a atenção do Gaeco e da Polícia Civil.

A “Operação faz de Conta”, com todo o farto material apreendido nos Institutos Renascer e Periferia, poderá ter inúmeros desdobramentos, que por enquanto permanecem em sigilo nas investigações.

 

 

 

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