Apoio do PT a Edivaldo Holanda Júnior está condicionado com Mário Macieira candidato a vice-prefeito

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Quando tudo parecia consolidado até com relativa facilidade, diante da cooperativa de partidos que está aliada à candidatura à reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e a aceitação do nome do advogado Mário Macieira como o candidato a vice-prefeito sem quaisquer debates e nenhuma contestação, chegaram a causar surpresas. As especulações davam conta que por ser amigo próximo do governador Flavio Dino e a sua genitora Simone Macieira ser historicamente do Partido Comunista Brasileiro e que foi vereadora em São Luís.

Para muitos petistas a indicação e aceitação do nome de Mário Macieira teria sido uma cartada importante e o fortalecimento do PT para pelo menos eleger um vereador na capital. Inesperadamente a chapa esquentou e o PDT e outros partidos integrantes da cooperativa entenderam que estava sendo articulado um jogo em que o Mario Macieira, faz parte de um projeto maior com articulações para as eleições de 2018.

Comenta-se que o deputado federal Weverton Rocha, o cacique maior do PDT e que tem projetos ambiciosos para 2018, não teria gostado do jogo e que pode lhe causar problemas futuros e decidiu que há necessidade de uma parada para acertar as regras dos entendimentos. Diante da iminência de que a candidatura a vice-prefeito de Mário Macieira possa naufragar, o partido realizou na última segunda-feira uma reunião bastante contundente e os petistas mais exaltados chegaram a propor o rompimento da aliança feita há poucos dias. Os mais equilibrados entenderam que as negociações devem ser renovadas e até quinta-feira o problema poderá ser solucionado. Enquanto isso, estarão no centro dos debates, o governador Flavio Dino, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o deputado federal Weverton Rocha e outros políticos que podem definir o jogo.

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