Aglomerações que os governos vêm com indiferença. A covid mata mais pobres humildes

O registro acima foi feito por volta das 07 horas da manhã de hoje no terminal da Cohama. É o retrato do dia a dia, e que a prefeitura de São Luís e o Governo do Estado se recusam vergonhosamente a adotar as providências que se fazem necessárias. No local não havia bombeiro civil e nem álcool gel e se pode observar é que são passageiros tentando garantir um espaço nos coletivos com a garantia da superlotação.

A maioria são trabalhadores e trabalhadoras que lutam bravamente pelo pão de cada dia e destacam, que entre morrer contaminado pela covid ou de fome, preferem o primeiro, salientando que têm famílias e se arriscam todos os dias. Ninguém não nos ajuda em nada e os políticos aparecem apenas nas eleições e depois nos dão uma banana até a próxima, mas infelizmente a maioria do povo não tem vergonha e gosta de ser enganado, afirmou um pedreiro que todos os dias coloca a sua vida em risco, nos coletivos superlotados e aglomerações nos terminais.

Sabemos que existem muitos coletivos parados nas empresas, mas como os usuários dos transportes não são preferenciais, a banalização da vida de todos nós para governantes é uma realidade. Para os gestores públicos a gente pode morrer que não vai fazer falta, nos ignorar é a realidade do dia a dia, me disse uma diarista, lutadora que mora no conjunto da Ribeira e trabalha em uma residência no centro.

Mesmo diante da falta da sensibilidade dos gestores públicos municipais e estaduais, vamos continuar mostrando as realidades dos mais diversos terminais e dos transportes coletivos superlotados e ouvindo as manifestações de indignação dos usuários, afinal de contas a pandemia da covid-19 veio mostrar o quanto as suas vidas não valem nada para os governantes que têm o poder decisão.

Fonte: AFD

 

 

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