O céu é um manto cinzento
Á noite um azul tão bonito
Que brilha no infinito
Podendo ser varicor
Obra perfeita do Criador
Jesus Cristo o Salvador.
I
Como mensurar o Céu
Em léguas, milhas marítimas
Planilhas e mais planilhas
De números assais infinitos
Dessa obra maravilhosa
De nosso Cristo bendito.
II
E o que tem dentro dele
Cinza, pó, cascata ou Ribeirão
Podendo até abrigar
Uma outra população.
III
Céu, meu Céu sempre lindo
Depende de nosso olhar
Posso ver os torvelinhos
E as curvaturas do mar.
Será que subindo tão alto
IV
Encontraria São Pedro
De cabelinhos grisalhos
Na vestimenta a brancura
De um branco laqueado
Representando a candura.
Se dirigindo a mim
Pergunta meio abismado
O que houve lá na terra
Está tudo tão esquisito
A população em conflito
Parecendo está em guerra.
V
Assalto a todo instante
A violência galopante
Num tremendo desamor
Violando os mandamentos
Que nos deu Nosso Senhor
Se o bem protegido é a vida
Que nos deu Nosso Senhor.
VI
Oh. Meu povo brasileiro
Vamos acabar com os conflitos
Se Deus também é brasileiro
Paz é tudo que acredito.
VII
Paz em nossa vizinhança
Paz em toda a Nação
Não havendo mais conflito
Deus permita meu irmão
Vamos vivermos em paz
Para o bem dessa Nação.
José Olívio de Sá Cardoso Rosa é advogado, poeta e escritor
