A bibliotecária e bacharel em direito Marilia Mendonça é uma pessoa que é detentora de sentimentos muitos fortes de solidariedade, fraternidade e humanismo para com o seu próximo. Ela defende a educação com formação das pessoas para a cidadania e registra que antes de se falar em direitos, se torna necessário que a cidadania priorize os deveres. Há muitos anos, independente de ser politica ou não, Marilia Mendonça nunca abandonou a luta de contribuir para a construção de consciências criticas, onde esteja. No Detran, onde foi diretora administrativa foi criticada e bastante boicotada pela presidência do órgão por se recusar a tratar de maneira indigna os servidores da instituição e deixou bem claro, que jamais iria ferir os seus princípios e valores para atender interesses escusos de quem que que seja.
Marilia Mendonça entende que a Lei Maria da Penha ganhou avanços, mas precisa de muito mais. Deveria haver uma sintonia integrada entre todos os segmentos institucionais que tratam diretamente com a mulher vítima da violência, para que ela seja realmente protegida e evitarmos os números casos delas serem assassinadas mesmo com as tais medidas protetivas. A ex-vereadora manifesta preocupação sobre a questão do acompanhamento social e psicológico dos filhos, que merecem atenção bem maior e constante.
Infelizmente, dentro da sociedade se tem dado destaque para a violência contra a mulher, apenas os casos de agressões físicas. Tem muita agressão verbal mais dolorosa do que a pancada e ainda temos outro tipo de agressão em que quase não se fala, a do estupro que ocorrem entre casais e que infelizmente destroem a dignidade interior das mulheres. Marilia Mendonça destaca, que a Lei Maria da Penha ganha avanços, mas necessário se torna que as vítimas sejam ouvidas pelos legisladores que podem contribuir torna-la bem contundente, afirmou.
