A Justiça brasileira se tornou um grande negócio de família?

Vários ministros do Supremo Tribunal Federal têm parentes que são donos, administradores ou que atuam em renomados escritórios de advocacia, com ajuda do prestígio que o sobrenome Fux, Moraes, Mendes, Mello, Barroso ou Lewandowski confere.

A equipe da TV Jornal da Cidade Online, em Brasília, fez um apanhado das notícias a respeito desse assunto, para mostrar como a justiça no Brasil está envolvida com interesses pessoais, colocando em risco inclusive a isenção dos julgamentos, confira:

Guiomar Mendes, esposa de Gilmar Mendes, trocou o serviço público pela advocacia, de acordo com a reportagem da Veja:

Em 2016, a nomeação de Marianna Fux, filha do ministro Luis Fux, para o cargo de desembargadora no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro causou polêmica:

Pelo menos 7 ministros têm parentes na advocacia e mais 7.400 processos no STJ têm como advogados parentes de ministros e ex-ministros da corte:

A esposa do ministro Dias Toffoli é dona do escritório Rangel Advocacia e única a constar no quadro societário do escritório; mas o que chama atenção mesmo é que Toffoli recebe mensalmente R$ 100 mil reais do escritório de advocacia, de acordo com a revista Crusoé:

Agora sabemos nas mãos de quem está a caneta que sentencia a liberdade ou no máximo uma prisão domiciliar de empresários, doleiros e políticos corruptos, acusados de lavagem de dinheiro e peculato.

Até que ponto isso acontece em outras áreas? Parece que a máquina pública se tornou há muito tempo um grande negócio de família!

Jornal da Cidade Online

 

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