A presença de venezuelanos nos semáforos da cidade é uma realidade cada mais intensiva, com eles utilizando cartazes improvisados pedindo dinheiro, relatando que conseguiram fugir do seu país, decorrente da fome que tem causado a morte de muita gente. A justificativa é procedente, mas aqui no Brasil e no Maranhão, grande parte dos venezuelanos se recusa a receber abrigo e capacitação para inserção no mercado de trabalho oferecidos pelos governos municipal e estadual, para viver nas ruas pedindo ajudas.
A exploração de crianças é cada vez mais acentuada
Os venezuelanos se recusam em aceitar abrigo e capacitação oferecidos pelo governo, decorrente de que pedindo ajudas ou esmolas como muita gente qualifica, eles conseguem uma renda diária, que lhes permitem se alimentar e alugar um local para dormir, uma vez que na realidade eles moram é na rua. É comum se ver alguns filhos deles dormindo nas proximidades dos semáforos em barracas improvisadas ou nas sombras de árvores.
Na ambição de auferir ajudas mais acentuadas, surgiu um elevado número de venezuelanos com crianças de colo ou um pouco maior, as usando como instrumento para sensibilizar as pessoas através, de que elas precisam de leite, fraldas e outros alimentos, sem deixar de pedir, de acordo com as estratégias de uma cada deles, de pelo menos dois reais para comprar frango. Os venezuelanos demonstram organização e sabem que com as crianças conseguirão muito mais dos ludovicenses, conhecidos pela sensibilidade fraterna e solidária.
Cadê as instituições de proteção as crianças
O que os venezuelanos estão fazendo, que tem causado a indignação de muita gente é a exploração das suas crianças como instrumento para auferir maiores vantagens em seus pedidos de ajudas ou esmolas, principalmente, que as utilizam de maneira acintosa. Não acredito que nenhum promotor público, defensor público, autoridade policial ou integrantes de conselhos de direitos, ainda não tenham visto a vergonhosa exploração.
Fonte: AFD