Cuba tenta se libertar da ditadura e a esquerda brasileira na internet defende a opressão

Com o fim dos governos Lula e Dilma, a decadência da Venezuela de Maduro, o cancelamento de programas como ‘Mais Médicos’ e o turismo abalado pela pandemia, os velhos ditadores cubanos enfrentam agora, além da grave crise financeira, uma geração que clama por liberdade, após décadas de uma vida miserável.

“Abaixo a ditadura!”, “Que saiam!” e “Pátria e vida!” – título de uma canção polêmica -, gritavam milhares de manifestantes nas ruas de San Antonio de los Baños, uma pequena cidade de 50 mil habitantes a cerca de 30 km da capital Havana.

O clamor chegou do outro lado do mar. Em Miami, milhares de cubanos e cubano-americanos saíram às ruas do bairro de Little Havana em apoio aos protestos.

Enquanto isso, a esquerda brasileira passa vergonha mais uma vez, tentando minimizar a importância do momento histórico que a ilha caribenha vive, inclusive pedindo a brasileiros que estão em Cuba, que lutem contra o povo em favor da ditadura, como vem sendo pregado pelo MST e outras entidades de esquerda. Pelo visto, os cubanos cansaram e querem de volta a liberdade e a democracia. Diante da realidade atual basta lembrar que os profissionais do “Mais Médicos” no Brasil, tinham salários de R$ 11.500, mas recebiam apenas R$ 3.000, os R$ 8.500 de cada um dos médicos eram transferidos pelo então governos de esquerda para a ditadura cubana. Os governos Lula e Dilma desviaram bilhões de reais de investimentos brasileiros para obras naquele país e garantir o comunismo cubano.

Jornal da Cidade

 

 

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