A impotência das autoridades para as superlotações nos coletivos e os riscos para a covid-19

De há muito observo aqui, que as autoridades municipais e estaduais se mostram impotentes para o enfrentamento as aglomerações nos terminais e paradas de coletivos. Quando a questão passa para uma visão das superlotações dentro dos ônibus, o problema é considerado de difícil solução e assim é que a pandemia ganha enormes espaços para avançar na contaminação de muita gente e dentro do contexto, lamentavelmente se vão muitas vidas e a destruição de muitas famílias, fatores resultantes das irreparáveis perdas.

Muitas vezes não entendo o determinado rigor das autoridades para os segmentos de bares e restaurantes e ignora filas sem qualquer distanciamento e inexistência de álcool gel em vários estabelecimentos bancários e na rua Grande, o que tem de aglomerações é quase do tamanho da rua, sem falarmos das pessoas sem máscaras e os que as usam no queixo ou no pescoço é muito acentuado. Se existe fiscalização para combater a epidemia, elas deveriam ser mais visíveis, presentes, determinantes e com rigor que a situação exige.

Retomando as aglomerações e superlotações nos coletivos, falta para a resolução uma decisão política, uma vez que os empresários mal acostumados e manipuladores dos serviços de transportes coletivos, sempre impõem as suas regras e foram determinados na concorrência pública em que meteram no bolso a Câmara Municipal e a Prefeitura de São Luís e o Ministério Público passou batido.

Existem em São Luís, ônibus suficientes para atender as demandas dos mais diversos bairros com pessoas sentadas, mas como eles sabem que os custos serão maiores para operacionalização, destacando-se além do elevado número de coletivos, tem pessoal, tem combustíveis, eles esperam para tanto, apenas ofertas financeiras das autoridades para que a solução seja encontrada.

Quando me refiro a uma decisão política é que diante do avanço da pandemia matando gente todo o dia, a população não pode ficar a mercê de caprichos de empresários avarentos em que para eles o dinheiro vale mais que a vida. Agora está faltando no poder público, gente de tutano para tomar decisões urgentes e necessárias em favor da vida.

Fonte: AFD

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