Por não permitir assaltos ao erário público Bolsonaro é vitima da extrema imprensa, diz Carlos Vereza

                                        O ator Carlos Vereza e o detalhe, da manchete da IstoÉ

A imprensa de uma maneira geral sempre sobreviveu fartamente graças a enxurrada de dinheiro público que sempre inundou suas contas. E nunca acreditaram que Jair Bolsonaro tivesse realmente coragem suficiente para acabar com isso tudo, quase uma tradição.

Assim, o momento presente é de total desespero. Não se aguentam mais e dão tiros para todos os lados. Com as redes sociais, são invariavelmente desmentidos, massacrados e desmoralizados. A consequência é a total falta de credibilidade que amargam atualmente. Ninguém mais acredita no que dizem.

Eis, por exemplo, o que o ator Carlos Vereza fez neste final de semana com a Revista IstoÉ:

“A revista IstoÉ pedindo o impeachment de Bolsonaro, porque, entre outros motivos, ele fez piada com uma jornalista da Folha de São Paulo. E ratifica essa, digamos, reivindicação, citando opiniões de Luciano Huck e a deputada Tábata Amaral.

Ora, sem dúvida foi uma piada de péssimo gosto. Mas pedir o impeachment de um presidente por não saber se controlar verbalmente, parece-me mais uma ação de coadjuvantes golpistas.

Não me recordo dessa indignação democrática por parte dessa revista, quando o inesquecível Lula, em momento de rara inspiração poética, classificou as ‘cumpanheiras’ de portadoras de grelo duro, e quando disse que Pelotas era exportadora de viados; ou quando afirmou que o stf era um órgão visivelmente acovardado.

Considero extremamente grave essa posição da Isto É.

Bolsonaro, de quem discordei algumas vezes, exatamente por se expor desnecessariamente com declarações inoportunas, o que apenas oferece pretexto aos adversários, só poderia ser impedido em caso de corrupção ou desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal.

E, o que se constata, é que, em um ano e poucos meses de governo, não ter ocorrido um caso sequer de corrupção ou violação das regras econômicas.

E, ainda: o desemprego caiu de 14 milhões para 11,9, a Petrobras teve lucro de $ 40 bilhões, estradas que estavam há mais de 40 anos abandonadas, sendo asfaltadas, a redução nos índices de criminalidade a mais de 20%; o governo apresentou superavit de $ 52, 276 bilhões em Janeiro – Fato que não acontecia há 19 anos.

Indignação seletiva por interesses contrariados.

Sempre que discordar de Bolsonaro o farei. Mas não aceito essa articulação para derrubá-lo sem a menor justificativa, “apenas” porque ele está governando sem que o Erário seja assaltado.”

 Jornal da Cidade Online

 

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