SINPOL continua na luta de fiscalização e denúncias do exercício ilegal da profissão do policial civil

A direção do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão – Sinpol vem realizando um importante trabalho de fiscalização no contexto do Sistema de Segurança Pública, quanto aos direitos dos policiais civis, quanto as condições de trabalho para atender da melhor maneira a população que procura as unidades de segurança. São inúmeras as “blitzens” realizadas por dirigentes sindicais na capital e no interior, que mostram um sistema praticamente falido e que vive de improvisações que comprometem seriamente os serviços prestados a população maranhense e que acabam por colocar em risco a vida dos policiais civis.

Recentemente, o presidente e diretores do Sinpol denunciaram que em delegacias policiais de São José de Ribamar, guardas municipais vinham exercendo ilegalmente a função de policiais civis, inclusive utilizando armas de uso restrito. À semana passada trabalhadores conhecidos como “bate paus”, os quais são utilizados para exercerem função de policial civil, motorista e constantemente são usados em diligências com conhecimento de superiores, foram flagrados dirigindo uma viatura da polícia civil e portando armas.

Os infratores foram presos e encaminhados para a Delegacia de Rosário. O Sinpol quer a apuração dos fatos e das pessoas que utilizavam armas e dirigem viaturas, uma vez que a maioria são pessoas que não fazem parte do Sistema de Segurança Pública ou estão sendo colocadas no exercício ilegal de função, diz o presidente do Sinpol, Elton Neves. Ele ressalta, que o cerne do problema é que há necessidade urgente de pessoal civil para delegacias da capital e do interior e existem hoje concursados treinados e capacitados e que podem perfeitamente ser nomeados. É um número reduzido, que deve ser importante e evitar que se coloque armas nas mãos de qualquer pessoa e o risco será a vida dos cidadãos de bem.

Elton Neves, diz que a iniciativa do Sinpol tem dois importantes objetivos. O primeiro que as ações previstas para policiais civis, sejam efetivamente executadas por profissionais capacitados e integrantes do quadro da segurança pública mediante concurso público. O segundo que é também preocupante, reside na segurança dos cidadãos, afirmou o presidente do Sinpol.

 

 

 

 

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