O médico e vereador Gutemberg Araújo vem liderando um movimento em favor da Maternidade Maria do Amparo, que a poucos dias foi surpreendida com o rompimento brusco e unilateral de convênio com o Governo do Estado, que era responsável por algumas equipes médicas que atuavam na unidade de saúde.
A decisão do governo Flavio Dino, praticamente decretou o fechamento de uma unidade de saúde, responsável por mais de 200 partos mensais e referência para muitas mães que tiveram seus filhos na Maria do Amparo, com tratamento digno e de respeito. A indignação é muito grande e as pessoas entendem que o governador e nem do prefeito podem destruir um serviço de saúde de alta necessidade para a cidade de São Luís e município integrantes da área metropolitana.
O vereador Gutemberg Araújo já apresentou uma emenda ao orçamento do município de R$ 1 milhão e vem fazendo gestões entre vários vereadores e já conversou com o secretário municipal e aguarda o retorno de viagem do secretário estadual para que gestões sejam feitas no sentido de que seja mantido o funcionamento da Maternidade Maria do Amparo, diante da séria crise que o sistema de saúde vem enfrentando em todo o Estado. Sem ela, com certeza teremos problemas sérios e até mesmo inimagináveis, registra o vereador Gutemberg Araújo, que já foi secretário municipal de saúde e conhece muito bem a realidade.
População vê com a apreensão o fechamento da Maternidade Maria do Amparo
A população foi surpreendida com a decisão governador Flavio Dino, que chegou através do secretário Carlos Lula, anunciar em um seminário na cidade de Caxias, que ele estava empenhado por determinação do governador para fazer convênio com o governo cubano para criar no Maranhão um Mais Médico. Como descobriram que tudo passaria pelo governo federal, decidiram então a fechar unidades no interior do Estado e a demitir médicos A saúde do Maranhão foi referência até o dia 28 de outubro, quando a realização do segundo. turno das eleições, de lá para cá, a saúde na capital e no interior vivem de miséria e da morte. A resposta para tudo é que o governador Flavio Dino decretou economia de guerra e tenta até se impor perante a justiça.
O que tem de fornecedor em pânico, o número é grande e sem qualquer expectativa de receber e em situação pior estão os prestadores de serviços, que não conseguem mais manter os atrasos de salários dos seus empregados em razão do estado e prefeitura não honrarem com os seus compromissos. Não se surpreendam com uma onda de demissões nas empresas prestadoras de serviços na capital e no interior, principalmente das que operam nas unidades de saúde.
