Servidores Públicos Estaduais fizeram protesto hoje na Deodoro contra Flavio Dino pela reposição salarial de 6,3%

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O Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo do Maranhão que é formado por mais de 20 sindicatos das categorias profissionais de servidores públicos estaduais, realizou na manhã de hoje um movimento pela reivindicação da reposição salarial de 6,3%.

O presidente do SINTSEP, o líder classista Cleinaldo Bil Lopes, registrou durante o ato, que a defasagem salarial dos servidores públicos vem desde 2014 para algumas e 2015 para outras. Infelizmente o governador Flavio Dino, não tem dado a devida atenção para os mais de 100 mil servidores públicos. O Governo do Maranhão em 2016 teve um aumento de receita de 16.07%, a maior de todos os estados do país, além de que tem uma disponibilidade de 929 milhões de reais, que pode perfeitamente aplicar uma parte dela em favor dos servidores públicos. Quanto a questão da responsabilidade fiscal, o comprometimento do governo é de apenas 39%.

Cleinaldo Lopes destacou que hoje existem mais de 50 mil vagas para servidores públicos através de concurso, mas o governador Flavio Dino, que tanto criticou o governo passado pelas terceirizações, faz dela o carro chefe da sua administração, como manobra politica e de interesse de políticos da sua base, além de negar direitos de grande parte deles.

O sindicalista ratificou a indignação da categoria dos professores, sobre a propaganda do governador Flavio Dino, de que o Maranhão paga o maior salário do Brasil. Ele deixou claro que a propaganda não traduz a verdade, os valores citados são referentes a remuneração em que estão somados salário base, adicionais e gratificações, sendo que as duas últimas superam o salário base. Finalmente disse, que há mais de 03 meses, o Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo do Estado do Maranhão vem solicitando audiência com o governador ou secretário indicado por ele, que tenha o poder de decisão para pelo menos debater sobre as reivindicações dos servidores públicos. Por outro lado, as categorias garantem que vão fazer vários movimentos com denúncias públicas e luta em defesa de direitos e dignidade.

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