Os manifestantes da comunidade Samara, exigem providências às autoridades em relação à operação policial que levou à morte de um jovem no último domingo. Temendo outra ação policial repressiva e truculenta no ato de interdição da BR-135, os moradores pediram também a presença da imprensa, para ouvir as suas denúncias e fazer a cobertura do ato denunciador às autoridades, além de pedir proteção às instituições de defesa dos direitos e da dignidade humana.
As pessoas da comunidade aterrorizadas pela violência da PM, aceitaram dar declarações a imprensa, mas desde que os seus rostos não fossem mostrados, diante do temor de represálias. Uma das denúncias graves e que precisam ser investigadas é que os PMs chegaram a dar rajadas de armas de fogo, que felizmente não causou mais vítimas.
A verdade é que a comunidade Samara está precisando com urgência de defesa da Defensoria Pública, do Ministério Público e das instituições de defesa dos direitos e da dignidade humana, como a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos e a própria Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, uma vez que o medo impera. O que é mais vergonhoso dentro do contexto é que a força pública tem o dever específico de garantir a ordem, a segurança e o direito de ir e vir dos cidadãos, mas demonstram o contrário.
Uma questão da maior seriedade, e que não tem sido avaliada para ações por parte do poder público, são as violações praticadas por policiais militares, cada vez mais crescentes. As providências urgentes podem estar na falta de capacitação ou ainda no desvio de comportamento, o se constituem problemas graves e necessitam de providências do Governo do Estado.
Fonte: AFD








