Governo cria regalia para presos em resposta a extinção das saidinhas aprovadas pelo senado

Dois dias depois de o Senado extinguir a “saidinha” que tem favorecido a fuga de criminosos, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária aprovou resolução recebida no Congresso como “resposta” de ativistas que defendem mais regalias para presos e medidas de desencarceramento. A resolução debochada condena cães e gatos à prisão, obrigando a instalação de “canis e gatis” nos presídios, abrindo a possiblidade de reduzir penas de criminosos que “cuidem” dos animais.

A ficha dos distintos

Integram o tal conselho, de sigla CNPCP, ligado ao Ministério da Justiça, ativistas que representariam a área jurídica, ONGs e professores.

Bandido em 1º lugar

Os conselheiros se mostram muito preocupados com a “ressocialização”, por razões ideológicas ou por ignorância mesmo, sem se importarem com as vítimas.

Tudo conversa mole

O procurador e especialista Marcelo Rocha Monteiro, do Rio, diz que não há estudo e pesquisa atestando que saidinha, por exemplo, ressocialize.

Coluna do Claudio Humberto

 

Rombo do governo ‘Lula 3’ já passa dos R$79 bilhões em 2024

O rombo provocado pelas despesas do governo Lula (PT), que prometeu “déficit zero”, já superou R$ 79,2 bilhões nas primeiras semanas de 2024. Foram R$771,8 bilhões torrados em despesas, segundo o Portal da Transparência, com arrecadação inferior, de R$692,6 bilhões. Em 2023, as contas públicas fecharam o ano com um déficit de R$250 bilhões, mas se a diferença entre gastos e receitas continuar no ritmo atual até o fim do ano, o rombo do ano passado pode até dobrar.

Papel não bate

O valor “empenhado” (previsto, mas ainda não gasto) do Orçamento é de R$5,32 trilhões em despesas este ano, e a receita, R$5,41 bilhões.

De longe

Os pagamentos das áreas de previdência social e assistência social representam 70% de todas as despesas do governo Lula até agora.

Conta não fecha

A Previdência arrecadou R$55,8 bilhões em 2024, diz a Transparência, mas as despesas representam o dobro: R$107 bilhões.

Dá impeachment

A gastança desenfreada confirma que Lula se afasta da meta de “déficit zero”. Se repetir a dose em 2025, ele fica sujeito a impeachment.

Coluna do Claudio Humberto

 

Flavio Dino tomou posse como novo ministro do STF

A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin, além de outras autoridades

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Flávio Dino, e agora ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi empossado nesta quinta-feira (22) em uma cerimônia que ocorreu às 16h e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin, além de outras autoridades. Os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), também compareceram, além de cerca de 800 pessoas.

“Prometo bem e fielmente exercer o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal em conformidade com a Constituição e as leis da República”, disse Dino.

Ao chegar na solenidade o ministro disse que estava sentindo “alegria e gratidão” para tomar posse do STF. Após a cerimônia, às 19h, Dino vai participar de uma missa de ação de graças na Catedral de Brasília. O novo ministro dispensou o tradicional jantar oferecido por associações de magistrados a todos os ministros que tomam posse no STF. Dino foi indicado pelo presidente Lula para ocupar a cadeira deixada pela aposentadoria da ministra Rosa Weber, ocorrida em outubro de 2022.

Diário do Poder

 

Senado aprovou lei do senador Weverton Rocha que favorece réu em julgamento na esfera penal

Segundo o relator da proposta, senador Weverton Rocha (PDT-MA), o empate no tribunal, especialmente aquele entre absolvição e condenação, indica uma dúvida sobre a acusação. “Se, num colegiado, cinco julgadores condenam o réu e outros cinco o absolvem, é evidente que o acusado deve ser preservado. A acusação não logrou convencer a maioria da corte sobre a responsabilidade penal. “O projeto aprovado altera o Código de Processo Penal para favorecer o réu. Essa decisão seria proclamada imediatamente, mesmo que o órgão colegiado não estivesse completo devido a vagas abertas, impedimentos, suspeição ou ausências.  O texto de Weverton prevê que decisões das turmas do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça precisarão do voto da maioria absoluta de seus integrantes para condenação.

Habeas Corpus
Além disso, o projeto estabelece que qualquer autoridade judicial, no exercício da sua competência jurisdicional, poderá conceder, de ofício, ordem em Habeas Corpus individual ou coletivo caso verifique, durante um processo judicial, que alguém está sofrendo ou ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, em decorrência de violação ao ordenamento jurídico.

O relatório destaca que foram apresentadas nove emendas ao projeto, algumas delas propondo ajustes e esclarecimentos em relação aos pontos abordados. A única emenda acolhida pelo relator simplifica o procedimento proposto para o Habeas Corpus incidental, respeitando o princípio do juiz natural. O senador Sérgio Moro (União-PR) esclareceu que “no caso de empate num julgamento que não seja de Habeas Corpus penal, aguarda-se o preenchimento da vaga por um determinado período, para o desempate. Passando determinado período sem esse preenchimento, daí prevalece o empate”.

O projeto trará implicações para o sistema de Justiça penal do país ao garantir aos réus um benefício a mais em sua defesa e alterar a maneira como o Habeas Corpus é concedido no Brasil. O relator incluiu no texto uma expressão prevendo que a autoridade judicial poderá expedir o HC de ofício apenas no processo judicial em que estiver atuando, o que motivou o retorno para a Câmara dos Deputados.

Com informações da Agência Senado.

 

Rede de supermercados Carrefour fecha 106 lojas e registra prejuízo de R$ 565 milhões

Parte do Grupo Carrefour, teve um prejuízo líquido de R$ 565 milhões no último trimestre de 2023. Entre outubro e janeiro, a empresa procedeu ao fechamento de 106 lojas.

A companhia ainda anunciou o fechamento de 16 hipermercados, além de 94 lojas Todo Dia e 13 unidades das bandeiras Nacional e Bom Preço. No relatório, o Carrefour expressou intenções de expandir as operações das redes Atacadão e Sam’s Club. Seis estabelecimentos foram fechados em dezembro, com previsão de reabertura no primeiro trimestre do ano seguinte, incluindo cinco hipermercados e um supermercado de grande porte.

Para piorar a situação, o falecimento de Abilio Diniz, ícone do varejo brasileiro que fundou o Grupo Pão de Açúcar que desempenhou papel crucial como vice-presidente do conselho de administração do Carrefour, afetou negativamente as ações do Carrefour no Ibovespa. A situação é crítica e a falência parece cada vez mais uma realidade.

Tudo isso ocorre ante o total silêncio do petista Lula e do ministro da Fazenda Fernando Haddad. A economia está defasada!

Jornal da Cidade Online

 

SINTSEP pede a atenção dos servidores estaduais sobre o andamento da ação coletiva da URV

A ação da URV encontra-se, atualmente, na última fase do processo, chamada de cumprimento de sentença.

É de conhecimento geral, por todas as categorias profissionais vinculadas ao SINTSEP, que a ação da URV (6542/2005), se encontra atualmente, na última fase do processo, chamada de cumprimento de sentença e está tramitando de forma individualizada ou em pequenos grupos de, no máximo, cinco pessoas.

Nesta fase, discutem-se ainda algumas questões de ordem processual e analisa-se a exatidão dos cálculos apresentados, com o intuito de se requerer a correção salarial mensal por meio da implantação no contracheque, bem como o pagamento por todos os meses em que não houve implantação pelo Estado do Maranhão (correção salarial referente aos atrasados).  Ressalta-se que esse pagamento será feito por meio de expedição de precatórios ou RPV – Requisições de Pequeno Valor, se o cumprimento de sentença for procedente para a parte autora.

Quais são as questões processuais ainda discutidas na fase de cumprimento de sentença?

Diversas são as teses levantadas pelo Estado como forma de defesa processual, mas duas teses se destacam: a iliquidez do título e a prescrição. Na fase de liquidação de sentença, a Contadoria Judicial só entregou uma parte dos índices dos servidores. Assim, os cálculos dos servidores que não constam na lista parcial da Contadoria foram realizados pela perícia do SINTSEP, a partir da identificação da metodologia de cálculo da Contadoria. Por conta disso, alguns juízes entendem que a fase de liquidação ainda não está finalizada. Enquanto outros juízes entendem que está finalizada, haja vista que já existe uma metodologia para identificar o índice.

Frisa-se que as teses de prescrição e de iliquidez do título estavam gerando diversos recursos para o Tribunal de Justiça, pois eram levantadas em cada um dos cumprimentos de sentença. Por conta disto, o próprio Tribunal decidiu instaurar um Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas – IRDR, de TEMA 11, a fim de decidir essas duas questões de forma única e definitiva para todos os processos.

Outra discussão processual relevante se dá em torno da assinatura do termo de adesão ao Plano Geral de Carreiras e Cargos – PGCE. Frisa-se que, para quem aderiu ou assinou o termo, consta nele uma cláusula de renúncia às verbas de correção da URV, pois o PGCE absorveria as perdas salariais discutidas.

Em regra, o judiciário tem entendido quanto ao PGCE que essa renúncia é válida somente a partir do ano de adesão ao referido plano, que, para a maioria dos servidores, seria a partir de julho de 2012. Nesse caso, o Estado ainda deveria efetuar o pagamento do período anterior, de 2000 até junho de 2012.

E o que o servidor pode fazer para auxiliar na fase de cumprimento de sentença?

O presidente do SINTSEP, Cleinaldo Bil recomenda que os servidores atualizem o cadastro de filiação, sobretudo telefone de contato, bem como a procuração no SINTSEP. Isto é essencial, pois a falta de atualização de documentos solicitados pelo juiz nos autos dos cumprimentos de sentença pode gerar a extinção do processo sem resolução do mérito, reafirmou o dirigente sindical.

Fonte: SINTSEP-MA

 

Lula provoca Israel no Tribunal de Haia, após desdenhar da sua existência

Lula (PT) tem demonstrado nada saber sobre Gaza ou invasão russa à Ucrânia, entre outros vexames, e alega ignorância quando lhe convém. Agora persona non grata em Israel, ele decidiu ingressar com queixa contra aquele país no Tribunal ou Corte Penal Internacional de Haia, das Nações Unidas, que ele disse não saber que existia. Em setembro passado, ele desdenhou do organismo (“Eu nem sabia da existência desse tribunal”) quando descartou a prisão de Vladimir Putin, em cumprimento a mandado da Corte, caso o russo viesse à reunião do G20, no Rio,

Só com ditadura

Lula ignora que não seria dele a decisão de prender Putin, a menos que dê golpe e vire ditador. “Nem sabia da existência”, disse sobre a Corte.

Acordo no lixo

Além de mentira de “nunca ter ouvido falar” na Corte Internacional, Lula ainda disse “não entender” por que o Brasil é signatário de Haia.

Perdido na lorota

Optando por virar pária, na contramão da guerra ao terrorismo, ele agora reconhece a existência da Corte de Haia, mas só para fustigar Israel.

Ignorância de ocasião

Antes do constrangedor tour pela África, Lula havia esquecido o discurso da ignorância para apoiar ação da África do Sul contra Israel em Haia.

Coluna do Claudio Humberto

 

Ministro Barroso: A guerra de Israel ao Hamas terrorista não se iguala ao Holocausto

Presidente do STF não confronta Lula, mas diz ser evidente que guerra de Israel ao Hamas terrorista não se iguala à barbárie de Hitler com judeus

Questionado sobre a fala antissemita do presidente Lula (PT), que comparou a guerra de Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto pelo nazismo de Adolf Hitler, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, criticou, nesta quarta-feira (21), a tentativa do Lula, de igualar a barbárie nazista à reação do governo de Benjamin Netanyahu ao grupo terrorista do Hamas, na Faixa de Gaza. Em entrevista à GloboNews, Barroso disse que trataria o tema do massacre de seis milhões de judeus na 2ª Guerra Mundial com muito respeito e seriedade, porque o Holocausto foi uma desumanidade mais profunda do que uma guerra.

Ao resistir dizendo que tentaria evitar problemas confrontando o petista, o ministro avaliou como sensatos os pronunciamentos do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que pediu retratação de Lula, e do líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), que expôs que seu amigo e presidente da República feriu seus sentimentos com a referência ao Holocausto.

Barroso disse considerar, tão evidente quanto o fato de o Hamas ser um grupo terrorista, que o tema do Holocausto não deve ser banalizado, porque mexe com sentimentos e com um passado de um sofrimento inimaginável, para judeus como ele. Bem como para quem viu e conhece vítimas, para quem viu as cenas e visitou o Museu do Holocausto, no campo de concentração, em Auschwitz. como o ministro fez.

“Eu fui a Auschwitz. Impossível você avaliar a barbárie que foi aquilo. Aquilo não foi guerra. Foi uma desumanidade mais profunda do que se possa imaginar. O que está acontecendo no Oriente Médio é uma guerra. E aí eu acho possível ter uma visão: Hamas é terrorista, acho que ça va sans dire [é evidente]. Mas é possível ter uma visão duramente crítica da política do Netanyahu, se alguém quiser ter. Mas é uma guerra. Não é um exercício de desumanização das pessoas. Possivelmente a coisa mais impactante que eu já vi na minha vida foi Auschwitz. Eu aí de lá, [foram] dias para se recuperar daquela energia do que aconteceu ali. Então, eu trataria isso com muito respeito e muita seriedade”, concluiu o ministro Barroso.

Jornal da Cidade Online

 

Senado aprova PEC que restringe as ‘saidinhas’ de presos, que retorna à Câmara

Com 62 votos a favor, oposição consegue aprovação de projeto em prol da segurança pública para restringir saidinhas de presos

O Senado aprovou, na noite desta terça-feira (20), o texto principal do Projeto de Lei que restringe as saídas de presídios em feriados para os presidiários, mais conhecido como “saidinhas”. O debate, entretanto, continua em torno dos “destaques,” partes da nova lei, ainda criam polêmica entre governo e oposição. Com 62 votos a favor e apenas 2 contrários, oposição comemorou a aprovação uma das propostas populares do setor de Segurança Pública.

A “saidinha” vale atualmente para condenados que cumprem pena em regime semiaberto. Cinco vezes por ano, esses detentos podem sair para visitar a família, estudar ou participar de atividades de ressocialização.

No texto que foi aprovado, fica mantido o benefício para presos inscritos em cursos profissionalizantes ou nos ensinos médio e superior, mas proíbe o benefício para culpados de crimes hediondos. O projeto de lei ganhou força após a repercussão do assassinato do policial militar Roger Dias da Cunha, de 29 anos, em janeiro deste ano, em Belo Horizonte. O policial foi morto por um detento que não retornou à prisão após a saída temporária de Natal.

Senadores da base governistas derrotados na votação em plenário, registram que o presidente Lula vetará o projeto, que se constituirá em mais um conflito entre executivo e legislativo. As conhecidas saidinhas temporárias causam verdadeiro pânico na sociedade e o apelo para a sua extinção é da sociedade.

Diário do Poder

 

Presidente do Senado Rodrigo Pacheco, pede que Lula se retrate a Israel

Fala do presidente foi “equivocada e “inapropriada” e “precisa de retratação”, diz o senador

Após silenciar sobre o escândalo por dois dias, o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco PSD-MG), pediu nesta terça-feira (20) que o presidente Lula (PT) se retrate sobre sua fala sobre a guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. Lula ofendeu Israel comparando os ataques às forças terroristas, na Faixa de Gaza, ao Holocausto promovido pela Alemanha nazista contra judeus, durante a Segunda Guerra Mundial.  A fala do presidente foi “equivocada e “inapropriada” e “precisa de retratação”, segundo Rodrigo Pacheco em pronunciamento de rara contundência.

“Estamos certos de que uma fala inapropriada e equivocada não representa o verdadeiro propósito do presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que é um líder global conhecido por estabelecer, ou buscar estabelecer, diálogos e pontes entre as nações”, disse. A declaração do presidente Lula, no domingo (18), provocou reações da comunidade judaica, da oposição ao governo e do próprio estado de Israel, que declarou o petista “persona non grata”, ato inédito nas Relações Internacionais.

Diário do Poder