Ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico vai para a geladeira

A posse de Lula provocou outro grave prejuízo ao País, com iniciativas que revelam desinteresse no ingresso do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). É uma luta iniciada há duas décadas e o Brasil nunca esteve tão perto da vitória final. Mas Lula extinguiu a secretaria responsável por lidar com o processo de aceitação do País no organismo, após a “reestruturação” e criação de cargos cujo objetivo não é o interesse nacional, mas criar “boquinhas”.

Tudo detalhado

No final de setembro, o Brasil enviou um memorando de 1,1 mil páginas que detalham o grau de alinhamento às normas exigidas pela OCDE.

Abatido em pleno voo

O Brasil já cumpre mais da metade das 208 normas imprescindíveis e estava no processo de atingir mais 45. Agora o processo está de molho.

Não sabe o que diz

O chanceler Mauro Vieira avisou que manterá “diálogo” com a OCDE, em desconexão com o desinteresse da Presidência da República.

Coluna do Claudio Humberto

 

Henrique Meirelles critica Lula por chamar teto de gastos de “estupidez”

Ex-ministro da Fazenda, que comandou Banco Central no primeiro governo Lula, diz que acabar com o teto será um grande equívoco do novo governo

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que implementou o teto de gastos quando ocupou a pasta, durante o governo de Michel Temer (2016-2018), demonstrou preocupação com as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu discurso de posse, em Brasília.

Na ocasião, o petista se referiu ao teto de gastos como uma “estupidez”. “O SUS é, provavelmente, a mais democrática das instituições criadas pela Constituição de 1988. Certamente por isso, foi a mais perseguida desde então e foi, também, a mais prejudicada por uma estupidez chamada teto de gastos, que haveremos de revogar”, disse Lula.

“Ele tem declarado e tomado algumas medidas no sentido de seguir uma política econômica em que o aumento dos gastos públicos e a intervenção nas estatais é que vai impulsionar o crescimento. A experiência mostra que não é o que tem acontecido”, disse Meirelles, em entrevista à CNN Brasil.

“Isso foi feito no governo de Dilma Rousseff, e o que aconteceu foi um aumento da dívida pública, do déficit e uma queda da confiança e dos investimentos. Em consequência disso, nós entramos em uma recessão”, recordou o ex-ministro da Fazenda.

Para Meirelles, “o que gera emprego são o investimento privado e o aumento da confiança”. “Se o presidente Lula acredita que expandir as contas públicas é o que vai gerar crescimento e que aumentar a dívida pública não tem problema, é evidente que o teto de gastos só atrapalha”, afirmou. “A solução seria aumentar as despesas necessárias e cortar outras despesas desnecessárias, como uma série de companhias que perderam a finalidade ou benefícios tributários que já não se justificam mais.”

Durante a entrevista, Meirelles disse ainda que demonizar o mercado, como se este fosse composto apenas por grandes investidores e banqueiros, é um equívoco. “O padeiro lá da cidade do interior de Pernambuco também é mercado. Se ele acredita que a economia vai crescer, ele compra um forno novo e contrata funcionários”, afirmou.

Fonte: Metrópoles

 

‘Fator Lula’ derrete bolsa e empresas perdem R$546 bilhões em valor de mercado

Empresas como a Petrobras sofrem desvalorização desde a eleição do petista

A Bovespa caiu 9% por reflexo da perda de valor na ordem de R$ 546,2 bilhões de mais de 400 empresas listadas na bolsa de valores brasileira. Os dados que revelam o derretimento da bolsa e a desvalorização das empresas foram calculados considerando apenas o período após a eleição do presidente Lula, em 30 de outubro de 2022.

Desde a eleição do petista, a Bovespa tem registrado seguidas quedas e o dólar alta. Nesta terça-feira (03), a moeda americana fechou no maior valor desde julho, R$ 5,48. Uma das empresas mais penalizadas é a Petrobras. Só no dia da eleição de Lula, a petroleira perdeu R$ 34 bilhões.

Diário do Poder

 

Câmara bancou passeios de deputados por 20 países com diárias de até R$2.350

Usando o pretexto de “Missão Oficial”, deputados federais fizeram um verdadeiro tour por 20 países ao longo de 2022. O destino favorito das excelências foram os Estados Unidos, com visitas por exemplo a Nova York e a Las Vegas, a capital da jogatina e dos cassinos. Destinos concorridos por turistas, como Lisboa (Portugal), Paris (França) e o circuito Milão/Madri/Barcelona (Itália) também foram desfrutados pelos nobres, tudo pago com dinheiro tirado do bolso do pagador de impostos.

Prioridades

Poucos são os países pobres que receberam os deputados, mas sobram visitas para os ricos como Suíça, Bélgica, Holanda, Japão e Mônaco.

Money

Nas viagens, os deputados não coçam o bolso. Recebem diária, em dólar, que varia entre US$391 (cerca de R$2.142) e US$428 (R$2.350).

Sem aperto

A indecorosa ajuda não é justificada quando lembrado os R$33,7 mil de salário. Isso antes do reajuste que passou para R$41,2 mil.

Caixinha

O pagamento em dólar é excelente atrativo quando comparado ao valor da diária para destinos nacionais, “míseros” R$524.

Coluna do Claudio Humberto

 

Ministro da Defesa José Múcio Monteiro: As manifestações em frente aos quartéis são democráticas

As declarações feitas pelo novo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, durante a cerimônia de posse, nesta segunda-feira (2), geraram mal-estar entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Múcio afirmou que as Forças Armadas sempre se posicionaram a favor da democracia, que os militares têm senso de responsabilidade e avaliou como legítimas as manifestações de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro em frente aos quartéis do Exército em vários estados do país.

“Aquelas manifestações, no acampamento, falo com autoridade porque tenho parentes lá, na do Recife. Tenho alguns amigos aqui, e é uma manifestação da democracia. Aos pouquinhos aquilo vai se esvair e vai chegar ao lugar que todos nós queremos”, afirmou Múcio.

 “Apesar de sua relevante dimensão geopolítica, o Brasil e nossas Forças Armadas sempre se posicionaram a serviço da paz, da democracia, do respeito às instituições e da cooperação com seus vizinhos… São instituições de Estado, respeitáveis e ciosas de seus papéis constitucionais, regidas pelos princípios da hierarquia e da disciplina, nelas profundamente arraigados”, completou Múcio.

O episódio gerou incômodo entre aliados de Lula, uma vez que o grupo avalia as manifestações em frente aos quartéis como antidemocráticas por pedirem intervenção militar em resposta ao resultado das eleições.

A própria presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, afirmou publicamente que o direito de manifestação não se aplica em relação a atos contra a democracia, “que devem ser tratados pelo nome: golpismo; e [que devem ser] combatidos, não são [atos] pacíficos nem ordeiros”.

Fonte: R7

 

Caso Marielle: federalização defendida por Flavio Dino já foi negada pelo STJ

Defendida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, a federalização da investigação sobre o assassinato de Marielle Franco foi negada pelo Superior Tribunal de Justiça em 2020. Na ocasião, ela foi requerida pela então PGR, Raquel Dodge.

O STJ alegou não haver indícios de que as instituições do Rio de Janeiro não tivessem capacidade de desvendar a morte de Marielle e de punir os criminosos. Ao recusar o pedido de Dodge, o tribunal argumentou que os inquéritos e diligências em curso apontaram empenho da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio para resolver o caso.

Nesta segunda-feira Flavio Dino, afirmou:

“É uma questão de honra do Estado brasileiro empreender todos os esforços possíveis e cabíveis. E a Polícia Federal assim atuará para que esse crime seja desvendado. Nós saberemos quem matou Marielle e quem mandou matar.”

Coluna do Paulo Cappelli – Metrópoles

Resumo do discurso de posse de Lula: mente que nem sente

Afirmações sem base concreta, narrativas fantasiosas sobre um país “destruído” e mentira deslavada sobre a caneta da posse

Em seu discurso de posse, que mais pareceu um delírio mitomaníaco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou estar recebendo um Brasil “destruído”, com estatais “arruinadas” e que, segundo ele, terá de ser “reconstruído”. Mas, vejamos quais são os números e dados oficiais sobre o país que Lula está recebendo.

Pela primeira vez na história, a inflação brasileira – em torno de 6% – é menor que a da Alemanha e dos Estados Unidos, sendo a quarta menor dos países do G20 em 2022, mesmo com pandemia e com guerra.

As estatais, que chegaram ao fundo do poço nos governos do PT, repletas de escândalos de corrupção e administradas com uma incompetência ímpar, apresentaram lucro de R$ 250 bilhões somente no ano passado.

Mesmo com a economia estagnada por causa da pandemia e todas as restrições impostas por meses a fio, o índice de desemprego é o menor desde 2014, quando a maré era muito mais favorável ao empreendedorismo.

Temos recordes de produção e exportação no agronegócio – demonizado pela esquerda sabe-se lá com que intenção – e reservas internacionais acima dos US$ 320 bilhões, o equivalente a mais de R$ 1,73 trilhão.

Lula está com a faca e o queijo na mão e muita mentira na ponta da língua. Até a história da caneta da posse é uma invenção. Lula contou que o objeto foi o presente de um “cidadão” durante um comício no Piauí e que seria para assinar a posse, caso vencesse as eleições de 1989. Como não ganhou as eleições, Lula disse que a caneta teria ficado perdida durante todos esses anos, mas uma vez reencontrada, iria para cumprir sua missão.

História tão romântica quanto impossível. Isso porque a caneta que Lula utilizou para assinar a posse no último domingo é uma Montblanc Writers, série especial em homenagem ao escritor F. Scott Fitzgerald, que só foi lançada em 2002.

A quantidade de mentiras no discurso de Lula é tão numerosa que não caberia em uma única análise, mas é o suficiente para dar o tom do tipo de desgoverno que teremos daqui em diante: um mitomaníaco com um talento imbatível para criar narrativas e que, ainda por cima, considera a responsabilidade fiscal – item básico para manter o equilíbrio das contas públicas – como uma “estupidez”. É isso que já começamos a ver: uma estupidez atrás da outra.

Fonte: Patrícia Lages – R7

 

Ministro Luís Roberto Barroso é hostilizado ao embarcar nos EUA

Passageiros xingaram o ministro do STF e gritaram para que ele saísse do voo; após o episódio, ele declarou que ‘o Brasil adoeceu’

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso foi hostilizado, na noite de segunda-feira (2), quando embarcava no Aeroporto de Miami, nos Estados Unidos. Passageiros vaiaram o magistrado, o xingaram e gritaram: “sai do voo”.

Pelos vídeos, é possível ver que o ministro não reage aos ataques. Mas, após o episódio, ele se manifestou. “É uma mistura de ódio, ignorância, espírito antidemocrático e falta de educação. O Brasil adoeceu. Espero que consigamos curá-lo e que uma luz espiritual ilumine essas pessoas”, declarou.

Fonte: R7

Fórum das Carreiras do Serviço Público pede audiência ao governador Carlos Brandão

O líder sindical Cleinaldo Bil Lopes, presidente do Sintsep e coordenador do Fórum das Carreiras do Serviço Público, entidade que congrega mais de 15 sindicatos de categorias do serviço público, encaminhou solicitação de audiência com o governador Carlos Brandão. A iniciativa decorre da manifestação pública do governador em afirmar no seu discurso de posse, de que irá valorizar os servidores públicos e mais precisamente por se disponibilizar ao diálogo como princípio democrático, registra o coordenador.

O Fórum das Carreiras do Serviço Público Estadual durante as duas administrações do ex-governador, tentou por sucessivas através de solicitações protocoladas, audiências, mas infelizmente todas elas foram ignoradas e nem receberam qualquer comunicação de justificativa. O coordenador do Fórum, registra que as categorias estão bastante esperançosas de um diálogo amplo com o governador e até parcerias que venham a favorecer entendimentos para uma construção coletiva entre sindicalistas e o poder público, afirma Cleinaldo Bil.

Fonte: AFD  

 

Aumento salarial da elite do serviço público custa mais que o ‘Farmácia Popular’

O impacto do reajuste salarial para elite do serviço público, que já vale a partir deste ano e foi aprovado a toque de caixa, será de mais de R$28 bilhões nas contas públicas. O valor é maior do que o extra que a PEC Fura-Teto de Lula reservou para o Ministério da Saúde bancar programas como o Farmácia Popular, R$22,7 bilhões. Também é quase oito vezes o extra para o pagamento do Auxílio Gás, que atende cerca de 5,5 milhões de famílias carentes, e terá R$3,7 bilhões no orçamento.

Contracheque

Só nos altíssimos salários do Senado, o generoso reajuste de R$ 19% no holerite terá um impacto bilionário: R$1,256 bilhão.

Turbinada de bilhões

No Judiciário, o estrago será ainda maior: R$13,6 bilhões para garantir o reajuste nos supersalários ao longo dos próximos 3 anos.

Muito para poucos

Só com deputados federais, senadores, presidente e vice-presidente da República e ministros, o custo do reajuste passa dos R$178 milhões.

Boiada

Entram ainda na esteira do reajuste órgãos como Ministério Público da União, Defensoria Pública da União e o Tribunal de Contas da União.

Coluna do Claudio Humberto