Manhã Feliz

aldir

*José Olívio Cardoso Rosa

 

Minha manhã foi tão bonita,

Contemplando o mar azul,

De águas cristalinas, refletindo

O céu azul.

 

Manhã com mãe natureza

Toda ela preservada.

Umm verde de tanta beleza

Que deixa as pessoas encantadas.

 

Da grande mata nativa

Onde tudo é exuberante

Bate a saudade cativa

Por demais insinuante

Que a corruíras dos pássaros

É um couro estonteante.

 

Na mata tem ventos, e venta,

Com tanta entonação

E tem o vento fagueiro

Que desperta a paixão, tudo

A ser preservado, como uma grande Nação.

 

Na mata, se ver de tudo

Desde o verde exuberante

Deixando os olhos aflitos

A todos os visitantes.

 

 

A mata tem araras

Papagaio e Juriti.

Tem caititu e queixa

Tudo ainda existe ali

E se houver preservação, vai

Continuar a existir.

 

O amanhecer quando nasce,

é o sol além da mata

Com os seus raios brilhantes

Parecendo sol de prata

Se tornando incandescente

É como se vê ele sobre a mata.

 

Tudo é bonito e belo

Posso afirmar tão perfeito

Que só o criador é capaz

De fazê-lo tão bem feito.

 

Capaz de se admirar

O engenheiro e a engenharia

Que só o criador é capaz

De criar com tanta ousadia

Enchendo de tanta beleza

O nascer de um novo dia.

 

Na mata, a floresta

Dança como se fosse um

Bailado, e os pássaros

Acompanhando no vigor do seu trinado.

 

Quando o sol vai se escondendo,

Dando lugar a escuridão,

Entra os pássaros da noite,

E começa a sua canção.

 

A Jaó canta saudosa

A canção a lititas, nos

Galhos de um arvoredo,

Como se despedisse

Com alegria, enfim o

Canto de todos juntos

O transforma em sintonia.

 

 

O esturro da onça parda

Aguça os bovinos aflitos

O gavião matracando, tornando

Tudo mais bonito.

 

A corujinha aflita

Que a noite possa chegar

Afinando suas garras, para

Numa presa fresca visitar

 

A mãe da lua aflita

Chamando o seu Gonçalo

Que já se foi pra sempre

Deixando saudades mil,

Por isso canta sozinho

Sem resposta do dobrado tão viril.

 

Tudo entra em harmonia

O dia, as arvores e o homem,

Carente e com emoção,

Não adianta de nada

Se não houver preservação

Vai se um dia, vem outro

E fica a devastação.

 

Se poluirmos a atmosfera

Vem as doenças então,

Que afeta a nossa vista

Muitas das vezes o pulmão,

Esse é o preço que pagamos

Pela desastrosa poluição.

 

Portanto bons companheiros

Venham engrossar o cordão

Gritando pra toda gente

Basta de poluição,

O que fica em nossa mente

É preservar minha gente,

 E se quisermos existir aprendendo a lição

Falarei tudo novamente, com o lema preservar,

Preservar e preservar para sempre novamente.

 

 * José Olívio Cardoso Rosa é advogado atuante, poeta e escritor.

 

 

 

 

 

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