Todos os dias a população maranhense está sendo marcada pela violência que em todos os lugares, com exceção das instituições públicas protegidas por policiais militares e seguranças privadas, mas mesmo assim a audácia dos bandidos causa surpresas em algumas delas.
Há dois dias por volta das 10 horas, em frente ao prédio em que eu moro no bairro do Vinhais, dois elementos em uma moto, cada um com uma pistola, assaltaram duas senhoras na porta de uma oficina de reforma de móveis. Indiferentes ao trânsito de veículos e com gritos ameaçadores de mortes, os bandidos agrediram as duas mulheres tomaram as bolsas delas e fugiram na maior calma sem empreender maior velocidade na moto em que estavam. Os dois bandidos conduziam sacolas para guardar as bolsas e assim não levantar suspeitas por onde iriam passar.
No mesmo dia à tarde, um elemento com uma pistola invadiu uma clínica odontológica no bairro da Cohab. Tomaram celulares e dinheiro de clientes e empregados da clínica e ameaçaram matar quem gritasse. Um dos celulares recebidos não era dos modernos, o que levou o bandido a devolver a atendente da clinica, com a observação de que tratasse de comprar um smartfone para ele levar no próximo assalto, que poderá ser a qualquer dia ou qualquer hora, segundo afirmou.
Ontem (18), nas proximidades da Igreja da Cohama, duas jovens estudantes perderam os seus aparelhos telefônicos para bandidos que tinham como transporte bicicletas e hoje (19), no centro da cidade uma senhora foi agredida e perdeu a bolsa para dois elementos que pareciam drogados,
São fatos do dia a dia em nossa capital, que não chegam ao conhecimento das autoridades policiais e não fazem parte da estatística policial,e também não integram a hipocrisia da maquiagem governamental, que sem dúvidas é maior do que a violência perversa de cada dia. Nos dia seguintes os fatos voltam a se repetir muitas vezes nos mesmos locais. A indignação se torna acentuada é que em algumas vezes se vê viaturas em canteiros centrais de rotatórias, enquanto bem nas proximidades a criminalidade está imperando.
