Já é bem visível que os preços dos alimentos estão sem controle nas principais redes de supermercados e nos estabelecimentos que vendem à vista, com o argumento que têm preços mais atrativos. A verdade é que o Atacadão e o Makro, que vendem à vista já ofereceram preços que justificavam as suas exigências, mas diante das constantes remarcações de preços e limitações de variedades de produtos, estão perdendo espaços para as redes de supermercados Mateus e Maciel, que demonstram estar bem atentas à realidade e fazem constantes promoções, além de aceitarem parcelamentos nos cartões de crédito, em tempo em que o dinheiro está escasso.
Por outro lado, pequenos supermercados dos mais diversos bairros da capital e o comércio varejista instalado em espaços de feiras e mercados também se ajustam à realidade para atrair os consumidores. A verdade é que os consumidores, diante da séria crise econômica e financeira, querem fazer o dinheiro render ao máximo, o que tem sido muito importante para muita gente. Quem não se ajustar e abdicar de exigências e oferecer condições reais e dignas com vantagens poderá correr o risco de até perder fatias do bolo do mercado, uma vez que os consumidores estão cada vez mais atentos.
