Promessas vergonhosas de Paulo Vitor aos 143 demitidos da Câmara de São Luís sem diretos trabalhistas

O vereador Paulo Vitor Duarte estava em plena campanha à presidência da Câmara Municipal e participou da perversa decisão do então presidente o hoje deputado estadual Osmar Filho, da demissão de 143 servidores, muitos dos quais com mais de 25 anos de serviços, mas por terem sido admitidos sem concurso público, de acordo com a Constituição Federal de 88 tiveram que ser demitidos, inclusive com advertência da justiça, que não estabeleceu quaisquer regras para a execução das demissões.

O então presidente exonerou todos e de maneira cruel e bastante agressiva aos direitos trabalhistas não e pagou os direitos trabalhistas, chegando a insinuar que cumpriu decisão da justiça, mas logo recuou antes da Vara dos Direitos Difusos e Coletivos ter feito o devido esclarecimento. A verdade é que inesperadamente os 143 pais e mães de família foram jogados no olho da rua, como se diz claramente, sem terem os seus direitos trabalhistas respeitados. Por falta de recursos não foi, uma vez que na eleição municipal passada, bem no período das demissões, a Câmara Municipal criou um curral eleitoral no parlamento municipal com mais de 300 pessoas que ganhavam para não trabalhar e votar no município de Cajari e São Luís. A pratica criminosa foi denunciada publicamente e ainda pode ser apurada pelo GAECO, uma vez que os integrantes do curral recebiam, o que qualificavam como salário, através da agência do Bradesco instalada dentro do parlamento municipal.

O problema maior para os todos demitidos é que imediatamente tiveram a informação de que o FGTS e o INSS há anos não foram recolhidos, o que ratifica de que eles foram vítimas de um autêntico pé na bunda, de maneira perversa e excludente executada pelo ex-presidente e atual deputado estadual Osmar Filho em consonância com o seu futuro substituto vereador Paulo Vitor, que teria a missão de não deixar as denúncias prosperarem.

As sucessivas mentiras de Paulo Vitor às vítimas do legislativo municipal

Com o desfecho desesperador para o pessoal, o vereador Paulo Vitor, ainda não presidente, anunciou através da mídia que a metade do seu 13º salário seria doado para a compra de cestas básicas, como se o roubo dos seus direitos trabalhistas viesse a amenizar a situação familiar de cada um. Diante da indignação das vítimas, o insinuante Paulo Vitor veio com nova proposta tornada pública por ele, de que conversaria com todos os vereadores para que cada um colocasse dois ex-servidores em seus gabinetes, que atingiria apenas 62, menos a metade dos prejudicados pela direção da Câmara Municipal. Esta última proposta causou indignação na maioria das vítimas e partir daí, eles decidiram recorrer a advogados.

Paulo Vitor criava engodos para evitar que o problema chegasse à Justiça

           As articulações de Paulo Vitor tinham o propósito único, de evitar que os 143 demitidos não recorressem a justiça em busca de seus direitos, uma vez que já estava agindo não apenas em defesa do seu antecessor, mas dele próprio no exercício da presidência do legislativo municipal.

Advertidos por advogados de que o vereador Paulo Vitor, na verdade queria a todo custo evitar que eles ingressassem na justiça em busca de seus direitos legítimos, todos cortaram conversações com Paulo Vitor e ingressarem com ações na Justiça do Trabalho por direitos trabalhistas e também na Justiça Federal sobre o recolhimento das contribuições para a seguridade social para venham a ter reconhecidos e validados seus anos de trabalhos com vistas a aposentadoria. Como as ações foram protocoladas em pequenos grupos, em algumas delas, o vereador Paulo Vitor é arrolado como testemunha das 143 vítimas, inclusive anexaram recortes de jornais e gravações de entrevistas dele em emissoras de rádios. As vítimas prometem fazer movimentos contra o vereador na campanha eleitoral.

Fonte: AFD

 

 

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