O futuro ministro da Justiça do governo Lula (PT), Flávio Dino (PSB), não resistiu à pressão do PT e cancelou a nomeação do policial rodoviário Edmar Camata para o comando da PRF (Polícia Rodoviária Federal).
Como mostrou a coluna da Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, o servidor foi no passado um entusiasta da Lava Jato e da atuação de Sergio Moro (União Brasil-PR). Camata também usou as redes sociais para manifestar, na época, apoio à prisão do petista.
Dino divulgou o cancelamento a jornalistas nesta quarta (21), 24 horas após ter anunciado a nomeação, na terça (20). “Tivemos uma polêmica nas últimas horas e no meu entendimento e da nossa equipe é que seria mais adequado proceder a essa substituição”, disse Flavio Dino, procurando omitir a forte pressão do PT.
FOLHAPRESS