É preciso cuidar das praças Deodoro e Pantheon antes que a esculhambação tome conta delas

               Como jornalista, tenho o costume de andar pelo centro histórico da nossa cidade e sempre levo comigo uma pequena máquina fotográfica para fazer registros pertinentes ao poder público e aos cidadãos. Infelizmente, por mais que o poder público procure fazer a sua parte, não consegue despertar a sensibilidade dos mais diversos segmentos da sociedade para os cuidados e zelo ao patrimônio público.

As praças Deodoro e Pantheon depois da construção com a total renovação dos logradouros modernos e cartões postais da cidade de São Luís, esperava-se que cada cidadão desse a sua contribuição para a preservação deles.  Ao poder público, o dever da fiscalização e a aplicação dos princípios emanados da lei, para quem viesse causar depredação ao patrimônio público.

Hoje fiz registros interessantes nas quatro fotos acima. A primeira é na alameda  do lado do antigo colégio Rosa Castro, com dois vendedores do chamado “bike lanche” trafegam pelo local reservado para pedestres e param para conversar. A segunda acima se observa que a grade ao lado da Biblioteca Pública, moradores de rua fizeram-na varal para secar roupas. A terceira é na praça Deodoro e uma moradora de rua decidiu fazer de um dos bancos a sua cama. A quarta é mais uma “bike lanche”, transitando pela praça e colocando em risco as pessoas que circulam pelo local, e inúmeras delas com crianças.

O que é mais sério dentro do contexto é que o quadro que estou mostrando, já faz parte do cotidiano para quem transita pelo local e ainda mais para a fiscalização da SMTT, Guarda Municipal e Polícia Militar, que simplesmente vêm tudo com total indiferença, assim como o pessoal da Blitz Urbana que se concentra num local embaixo de uma árvore esperando o horário de expediente passar. São vícios antigos e que precisam ser corrigidos pela nova administração municipal. Há poucos dias, um gari da limpeza pública em conversa comigo, disse que todos os dias ele retira de diversos locais das duas praças, dois e até três carrão de mãos com papelão deixados por homens e mulheres na praça ondem dormem, fazem necessidades fisiológicas e consomem bebidas e drogas.

O problema de agora está fácil de ser enfrentado, apenas com abordagens educativas, mas não estão descartados possíveis conflitos, mas acredito que as pessoas ao verem as ações podem perfeitamente se sensibilizarem e até mudarem as suas posturas e se tornarem defensoras  do patrimônio público, principalmente que tudo é construído com o dinheiro dos impostos que pagamos.

 

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