Se Flavio Dino tivesse a determinação de zelar pela transparência da administração do seu governo, já teria exonerado toda a diretoria da Caema e solicitado uma investigação policial e do Ministério Público para apurar tantos desvios de recursos públicos com obras repetidas em uma mesma obra, o que configura esquema e naturalmente algumas pessoas estão se locupletando com o dinheiro do povo.
As imagens são da rua Antonio Raiol, ao lado do mercado central. No mês de março, a Caema fez reparos no local para retirar vazamento de água potável , que durou vários meses e que já havia sofrido obra de reparo anteriormente. Depois de mais de 05 meses de desperdício de água potável, outra obra com a mesma finalidade foi realizada no mês de julho, e no mês de setembro, o mesmo problema voltou e com maior intensidade e mais uma obra.
Desde a semana passada a Caema interditou a rua Antonio Raiol e sexta-feira passada, irresponsavelmente não retornou até terça-feira para a conclusão, causando sérios problemas para o trânsito e para pedestres à noite pela falta de uma iluminação pública de intensidade. A intervenção de comerciantes da localidade, que temendo acidentes improvisam sinalização como advertência para veículos e pedestres.
Como jornalista e atendendo solicitações de comerciantes da área, tenho denunciado publicamente a Caema e já acompanhei duas obras do esquemão. Para que se tenha uma dimensão, ela envolve máquinas pesadas, muitos trabalhadores e naturalmente milhares de reais. O que causa a indignação e naturalmente a revolta das pessoas, é que em plena pandemia com muita gente enfrentando dificuldades e até passando fome, o dinheiro público é roubado descaradamente, quando poderia perfeitamente ser transformado em cestas básicas para muita gente que está passando fome. Aqui volto a repetir que a roubalheira é decorrente da omissão dos órgãos de controle e fiscalização sobre a aplicação do dinheiro público, sem observarmos os meses de desperdício de água e que vão para as contas de outros consumidores. São inúmeros, os comentários que a prática é bem acentuada em vários locais da região metropolitana de São Luís.