A Corregedoria Geral de Justiça ainda não indicou um novo juiz para apreciar o pedido feito pelo promotor de justiça José Augusto Cutrim, titular da Promotoria Especializada do Idoso, de demonstração e comprovação, com total transparência, as medidas efetivamente adotadas e todos os valores financeiros recebidos da União, emendas parlamentares, doações privadas e outros repasses institucionais para o enfrentamento da pandemia do covid-19, pelo Governo do Maranhão.
Com a suspeição levantada pelo promotor de justiça sobre o juiz Douglas Martins, da Vara dos Interesses Difusos e Coletivos de São Luís para julgar o caso, o desembargador Antonio Guerreiro Júnior suspendeu a solicitação do Ministério Público, mesmo assim o juiz Douglas Martins preferiu que a Corregedoria Geral de Justiça do Maranhão indicasse outro magistrado para apreciar a ação.
A verdade e para esclarecimento público necessário para toda a população, a questão de prestação de contas com gastos públicos e transparência deveria ser iniciativa dos gestores públicos, principalmente diante dos consideráveis recursos que já foram e continuam sendo repassados para o Governo do Maranhão expressamente para a covid-19, com demonstrações e comprovações.
O pedido do Ministério Público é uma manifestação desejada pela população, levando-se em conta que pedidos idênticos vêm sendo feitos em outros estados da federação, afinal de contas a pandemia vem tomando proporções sérias em todo o Maranhão e providências mais avançadas em relação ao que já foi feito até agora, tomam dimensões bem maiores. Agora é aguardar pela indicação de um novo magistrado para julgar a ação do promotor de justiça José Augusto Cutrim.