O governador Flavio Dino tem uma exacerbada facilidade de manifestação para contradizer, o que ele próprio pratica. Durante todo o período do seu primeiro mandato, ele se recusou terminantemente em debater questões salariais relacionadas aos servidores públicos com o SINTSEP, o Fórum de Defesa das Categorias do Serviço Público, o SINPOL e outras entidades, manifestando total indiferença às solicitações para um debate ideológico e aberto. Resultado é que os servidores públicos estaduais estão praticamente 05 anos sem reajustes salariais e nem uma reposição.
A grande surpresa para todas as lideranças que assistiram a proposta feita por ele na reunião de governadores da região nordeste, com o presidente Jair Bolsonaro, causou um total espanto, com que o governador assumindo uma postura ética, aberta e priorizando o diálogo, dando uma plena impressão de que as suas palavras representavam uma prática constante e de um exercício democrático marcado pela sua administração à frente do Executivo do Maranhão. Quando as suas atitudes são totalmente diferentes e marcadas pela prepotência.
A mais nova prática de violência do governador Flavio Dino foi no vergonhoso e covarde caso da invasão da comunidade do Cajueiro, em que a Polícia Militar agrediu com balas de borracha e gás lacrimogênio, homens, mulheres e mais precisamente crianças e idosos. A força do governador Flavio Dino com máquinas pesadas destruiu mais de 20 casas, para atender exclusivamente interesses da empresa WPR, que nas eleições de 2014, lhe mais de 200 mil reais para a campanha eleitoral. As famílias que acamparam em frente ao Palácio dos Leões foram expulsas mediante força desproporcional em que os fuzis e metralhadoras intimidavam as famílias mediante chuva de balas de borracha e gás de feito moral.
O que mostra a realidade, é que o governador Flavio Dino vê a cada o seu sonho de ser candidato a presidência da república ser sepultado pela sua própria arrogância e quebradeira que impôs ao Governo do Estado. Outro fator que é avaliado como causa do discurso do Flavio Ternura, reside no pedido de investigação pelo presidente Bolsanaro, sobre a sua administração na direção da Embratur. Ele como tem resposta para tudo, até hoje silenciou sobre o fato e quem esperou a resposta dele a Bolsonaro, acredita que o caso é sério.