Roberto Rocha detona Flavio Dino e afirma que ele desviou mais de R$ 1 bilhão do FEPA

Sindicalistas, aposentados, pensionistas e servidores públicos estaduais da ativa foram surpreendidos com as declarações do senador Roberto Rocha, candidato ao Governo do Estado, que afirmou em entrevista que o governador Flavio Dino já desviou mais de R$ 1 bilhão do Fundo de Pensão e Aposentadorias dos Servidores Públicos Estaduais – FEPA. A princípio, a informação era de que teria sido R$ 400 milhões e recentemente mais R$ 150 milhões do FUNBEN – O plano de saúde dos funcionários públicos do Estado, atualmente com 71 mil associados.

O senador Roberto Rocha chamou a atenção dos servidores públicos estaduais e das autoridades, diante da iminência de que dentro de pouco tempo aposentados e pensionistas fiquem totalmente prejudicados e sem receberem mensalmente os seus direitos salariais. A respeito, recentemente com o saque dos R$ 150 milhões do FUNBEN, feito de maneira escusa, o dinheiro foi utilizado para pagamento de salários de aposentados e pensionistas e cobrir uma parte do pessoal da ativa, o que ratifica a denuncia do senador do PSDB.

Flavio Dino tem se mantido em silêncio desde quando o Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo, integrado por 16 sindicatos de trabalhadores do serviço público, denunciou publicamente e que teve enorme repercussão na Assembleia Legislativa do Estado, mas com a maioria no parlamento é subordinada ao Palácio dos Leões, logo as discussões foram encerradas.

O sindicalista Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e atualmente licenciado em razão de ser candidato a deputado estadual, também coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo com os demais presidentes de sindicatos de trabalhadores se mostram bastante preocupados com o futuro das aposentadorias e pensões diante do elevado rombo no FEPA, que de acordo com o senador Roberto Rocha supera mais de R$ 1 bilhão.

São cada vez mais acentuadas as informações de que o pagamento de aposentadorias e pensões podem sofrer atrasos já a partir de novembro. O silêncio do governo é bastante comprometedor.

 

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