A foto acima é um retrato da realidade diária que nos acostumamos a ver nas ruas e nos pequenos e grandes estabelecimentos comerciais da cidade. Não são apenas as jovens mulheres, que costumam conduzir os seus aparelhos celulares nos bolsos das calças jeans, mas com certeza, elas são a maioria, o que se constitui em atração e facilidades para o considerável número de quadrilhas que ataca em todos os pontos da cidade.
Os assaltos diários por bandidos em busca de celulares tomou uma dimensão tão grande que fica um tanto difícil uma avaliação, diante da banalização que não leva as pessoas a fazerem registros em delegacias distritais. A violência já mudou o comportamento e motivou precauções para milhares de pessoas. Elas geralmente têm dois aparelhos, um de excelente qualidade e de valor bem acentuado, que elas não levam para determinados lugares e quando elas deixam em casa, carregam outro de menor valor e nem tanto antigo para não despertar a ira dos bandidos, que elas chamam de o celular do bandido.
Estive conversando com algumas jovens sobre a questão dos celulares, elas me afirmaram que, do jeito que a violência toma proporções cada vez mais graves, necessário de torna ter o celular do bandido e alguns trocados, uma vez que a maioria é formada de viciados em drogas e que são capazes de tudo para ter algo de valor para garantir a compra do produto. A verdade é que quase que todos os aparelhos roubados são trocados por drogas e depois eles são vendidos em diversos pontos da cidade por agentes a serviço dos poderosos do tráfico.
