Os bárbaros casamentos entre homens e crianças no Afeganistão

Parwana Malik é uma criança afegã de 9 anos. Ela iria se casar na semana passada – contra sua vontade e a de sua mãe – mas foi resgatada de um vilarejo nas perigosas montanhas afegãs, pela ONG Too Young to Marry (Jovem Demais Para Casar), onde centenas de soldados americanos perderam suas vidas e onde o mega terrorista Osama Bin Laden se escondeu logo após o atentado do 11 de setembro que derrubou as Torres Gêmeas em Nova York.

Ela foi vendida pelo pai a um membro do Talibã de 55 anos. Antes que se condene o pai, no Afeganistão de hoje, sem leis, sem judiciário, sem estado de direito, uma negativa a um integrante do Talibã seria uma sentença de morte para o pai e a garota seria levada de qualquer forma. Parwana, sua mãe e seus quatro irmãos foram salvos, mas a maioria não tem essa sorte.

O TALIBÃ NÃO REPRESENTA O PASSADO DO AFEGANISTÃO

Desde que o presidente americano, Joe Biden, ordenou a retirada mais humilhante das histsória das forças armadas americanas, a venda de meninas se tornou regra. E dizer que elas são vendidas para ‘se casarem’ é um eufemismo.

O que acontece é que elas são barbaramente violentadas e depois transformadas em escravas domésticas. E isso se ela for de família muçulmana. As pobres meninas cristãs que foram encontradas depois que o grupo terrorista Talibã tomou o poder (em 30 de agosto de 2021) eram tomadas a força de suas famílias, leiloadas e o comprador tinha o direito de revendê-las ou até assassiná-las posteriormente se assim decidisse, sem nenhuma represália legal.

Eu gostaria de dizer que isso só acontece no medieval Afeganistão mas isso não é verdade. No Irã, por exemplo, meninas de 13 anos podem se casar. E se houver autorização dos pais, podem se casar ainda mais jovens, com 11 ou 12 anos.

No Iraque – também de maioria muçulmana – é permitido o casamento com meninas de nove anos, isso mesmo, NOVE! Não é raro que essas meninas morram na ‘lua de mel’ pois seus corpos frágeis não estão preparados para ter relações sexuais. Essa pratica vai desde o extremo oriente, Bangladesh, até o continente africano; sempre em países de maioria muçulmana, como Chade, Niger, Guiné e Mali. Na Síria, o índice de casamento com meninas menores de idade chega a 51% do total de casamentos.

Eu sei que esses países parecem distantes e exóticos para o leitor brasileiro, mas na Europa isso acontece com cada vez maior frequência nos guetos islâmicos, como em Sarcelles, ao norte de Paris, ou no bairro Bethnal Green, em Londres. Em Berlim, os muçulmanos já representam 10% da população, nos presídios alemães a língua mais falada não é o alemão; é o árabe.

Enquanto os delicados líderes europeus (como o francês Emmanuel Macron) se preocupam com linguagem neutra e as ‘girafas da Amazônia’, os pilares da cultura judaico-cristã são derrubados à vista de todos, sob um silencio ensurdecedor.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

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