Mineirão Atacado e Varejo é mais uma vítima do protegido grupo Mateus e fecha em São Luís

A rede Mineirão Atacado e Varejo não suportou a concorrência do protegido grupo Mateus e encerrou no último sábado as suas atividades comerciais em São Luís. Ela com apenas uma loja em nossa capital, estava instalada no local em que por muitos funcionou o Makro, que foi outro que não teve como enfrentar a concorrência do Mateus, hoje detentor de benefícios fiscais pelo Governo do Estado.

Pelo que se comenta, a próxima vítima do protecionismo do grupo Mateus e o Atacadão, que vem agonizando nos últimos três anos. Embora integrante do grupo Carrefour e ter se instalado no mercado de São Luís para vender à vista sob o argumento de vender mais barato, hoje vende mais caro e inesperadamente passou a receber todos os cartões de crédito e até vale alimentação, mas não tem conseguido escapar de uma concorrência desleal.

Já é bem visível a queda de venda do Atacadão e já teria reduzido em mais de 50% o seu quadro de colaboradores. Quem vai ao estabelecimento comercial é procurado com insistência por uma equipe de jovens com ofertas de cartões. Ele não tem servido como atração por duas razões: A primeira é que no parcelamento a pessoa tem que pagar uma taxa mensal e mais juros, e o segundo é que desabastecimento é visível, tem dado margem de que será a próxima vítima do Grupo Mateus.

A verdade, é que os incentivos fiscais com que o Estado protege o grupo Mateus já fez algumas vítimas: Rede Maciel, Makro, Mineirão e inúmeros pequenos supermercados em diversos bairros da cidade. A estratégia do Mateus é prática de preços diferenciados nas comunidades, e quando consegue fechar os pequenos trata de buscar o atrasado com a constante majoração, e assim está acabando com a livre concorrência e impondo as suas regras aos consumidores de todo o Maranhão. Dezenas de pessoas estão desempregadas em uma cidade, onde a geração de emprego é uma farsa do governador que inventa números e depois é desmentido pelo IBGE.

A realidade é que o Maranhão é a unidade da federação brasileira mais pobre e miserável com a extrema pobreza da fome e desigualdades sociais, atestadas pelo IBGE.

Fonte: AFD

ALBERTO JORGE DE SOUSA RIBEIRO

É uma tristeza qdo lembro q votei nesse”cidadão”imaginando q ele seria a salvação para o Maranhão tão sofrido. Olha o q acontece: O cara faz uma trepeça e dá um benefício q nem um outro comércio tem. Nessa condição nenhuma empresa tem interesse em vir investir aqui. E aí o desemprego toma conta do nosso estado.

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